segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Memórias e Perspectivas pela Editora Todas as Musas e o Curso de Letras da UNIPAMPA

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Um dos mais renomados covers dos Beatles se apresenta em Curitiba


Os argentinos do The Beetles se apresentam no dia 19 de outubro no Teatro Regina Vogue.

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O grupo The Beetles, considerado um dos melhores covers dos Beatles da América Latina, se apresenta em Curitiba na quinta-feira (19/10), no Teatro Regina Vogue. Os músicos vão recriar os momentos mais memoráveis dos quatro garotos de Liverpool no palco, interpretando suas músicas, figurino e instrumentos.

Os ingressos estão à venda no Disk Ingressos ou na bilheteria do Teatro Regina Vogue, no piso L2 do Shopping Estação.

The Beetles
Data: Dia 19/10 às 20h30
Local: Teatro Regina Vogue - Shopping Estação
Ingressos: À venda pelo site do Disk Ingressos www.diskingressos.com.br, nas bilheterias do Disk Ingressos ou do teatro Regina Vogue
Valores: Plateia Premium R$ 100 (inteira) R$ 50 (meia-entrada) Plateia R$ 80 (inteira) R$ 40 (meia-entrada)
Classificação: Livre

Shopping Estação
Av. Sete de Setembro, 2.775, Rebouças - Curitiba (PR)
(41) 3094-5300

As cores e as suas influências

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Especialista dá dicas de como usar cores e combinações a nosso favor

As cores podem ter interpretações diferentes de cultura para cultura, mas todas têm um significado e possuem grande influência no estado de espírito, humor e astral. A consultora de Comportamento Profissional e de Etiqueta Social, Maria Inês Borges da Silveira, professora do ISAE – Escola de Negócios, ensina como podemos tirar o melhor proveito das paletas de cores.

Segundo a especialista, a cor da pele e do cabelo determinam a escolha das cores para o vestuário, podendo deixar a pessoa mais radiante ou clean. Cores quentes aproximam, como é o caso do vermelho, do laranja e do amarelo. As cores frias têm o efeito de distância e repouso, como exemplo os tons de azul, verde e rosa. As cores neutras, como o preto, branco, marfim, gelo, pérola, palha ou areia, combinam com tudo. “Para criar harmonia, é interessante usar no máximo três cores em uma composição. O efeito fica ainda melhor quando duas cores são neutras”, explica.

Além da diversidade de tonalidades, há opções em tecidos, rendas, couros, malhas e padronagens geométricas que podem ser mescladas para compor um look equilibrado. Bom senso é a palavra chave na hora de criar um visual com estilo, sendo o clean o mais elegante. A seguir, a profissional lista o ideal, e o que deve ser evitado, ao usar cores e padronagens a seu favor:

- Tecidos com estampas graúdas, como xadrezes e poás, marcam, chamam atenção e engordam;
- Tecidos com estampa felina, presentes em looks modernos e despojados, não são indicados para o trabalho, pois dão conotação de sensualidade;
- Tecidos lisos compõem mais fácil com diversos tipos de acessórios. O esquema monocromático (diferentes tons da mesma cor) é o mais seguro;
- No trabalho as cores indicadas são as discretas e neutras que não chamem atenção. Pode-se dar um toque no visual usando detalhes coloridos em bolsas, sapatos, lenços, echarpes, etc;
- Preto ou azul marinho com branco ou vermelho são combinações que sempre funcionam muito bem;
- Investir em opostos complementares é a chave para combinar cores fortes, e a dica para equilibrar a produção é usar a cor nude, palha, castor ou terra;
- Tons delicados fazem mix sem restrição, mas pedem contraponto com uma peça de cor vibrante para dar vida à produção;

- O floral retrô miúdo, quase sempre presente no gênero Esporte ou Esporte Fino, com o máximo de três tons ou monocromático são elegantes.

4ª edição da Semana Balaclava reúne nomes de destaque da cena criativa nacional em Florianópolis

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Maior evento de criatividade do sul do País vai promover bate-papos, workshops, feira gráfica e festas ao longo de sete dias
Maior evento de criatividade do sul do País, a Semana Balaclava vai reunir uma galera de peso da cena criativa nacional entre os dias 6 e 12 de novembro, em Florianópolis. Nomes como o tatuador Lucas Milk, João Gordo, Eliane Dias (empresária dos Racionais Mc’s), Evandro Fióti (Laboratório Fantasma), o rapper Rico Dalasam, as gêmeas Tasha e Tracie Okereke (Expensive $hit) e muitos outros estarão juntos e misturados na 4ª edição da Semana para trocar ideias com o público sobre processos criativos, representatividade na moda, protagonismo feminino, cultura de rua, design, música, skate, tattoo e muito mais.  
O evento, que já tem programação definida no site, também vai promover festas, feira gráfica e workshops sobre branding, produção de vídeo, design de produto, ilustração para moda, serigrafia e outros temas relacionados a design, economia criativa e produção de conteúdo. “O objetivo da Semana é reunir pessoas que atuam em diversos nichos para trocar ideias e fomentar a economia criativa em Santa Catarina, gerando engajamento através da integração. Tudo no melhor estilo reunião de mesa de bar com os amigos”, diz Fabrício Faustin, organizador da Semana e diretor de criação do Balaclava, estúdio de design gráfico com foco em projetos de moda, música e cultura.
Feira Gráfica Balaclava
Sob a curadoria do Balaclava Studio, artistas plásticos, designers e ilustradores vão expor seus trabalhos na Feira Gráfica Balaclava. Nesta edição, o segmento editorial também será destaque. Nomes como João Gordo, que publicou o “Viva La Vida Tosca” no ano passado, e Facundo Guerra, conhecido como “o dono da noite paulistana” e autor de “Empreendedorismo para subversivos”, vão expor seus livros na Feira. O evento, que acontece na ACATE e tem entrada free, já recebeu cerca de 2 mil visitantes e mais de 50 artistas em edições anteriores.
Girlz Talk
O protagonismo feminino será uma das marcas da Semana. Elas vão conduzir painéis, ministrar workshops e estarão no Girlz Talk, um encontro gratuito voltado exclusivamente para mulheres mediado por Cristine Larissa Clasen, do Balaclava Studio, que tem o intuito de promover o compartilhamento de ideias e experiências. Na sequência rola a Girlz Talk Party no Blues Velvet, das 23h às 03h.
Sobre o organizador
Com foco em jobs de desenvolvimento de identidade visual e branding, estamparia, cartazes, projetos gráficos e editoriais, o Balaclava Studio reúne em seu portfólio trampos para marcas e negócios como Akomplice (EUA), ÖUS Brasil (PR), Storvo (SP), Novelo Filmes (SC), Grupo Cena 11 Cia. de Dança (SC) e outras.
Serviço
Quando:  6 a 12 de novembro
Onde:  ACATE (SC-401, Km 04, S/N, Saco Grande) e Unisul (Rua Antonio Dib
Musse, 336, Centro). O local do Girlz Talk ainda será definido.
Quanto: workshops
(R$ 180), painéis Papo Reto (R$ 20 meia, R$ 40 inteira) e combos para todos os eventos de cada dia do finde (R$ 50 meia, R$ 100 inteira). Girlz Talk e Feira Gráfica Balaclava, entrada free. Para ver os valores das festas, basta acessar o site do evento.

Programação completa dos sete dias em www.semanabalaclava.com.br

Galeria Almeida Prado

Imagem: Divulgação

A galeria surgiu em 2007 em Brasília e expõe mobiliário inspirado nos anos 1940, 1950, 1960 e 1970, gravuras, antiguidades, objetos de restauração e peças exclusivas de artistas como Volpi, Oscar Niemeyer, Tomie Ohtake, Athos Bulcão, Sérgio Rodrigues, Jorge Zalszupin e Michel Arnoult.

Por acreditar que o mercado das artes poderia gerar mais frutos em São Paulo, Fábio Almeida Prado, idealizador da galeria que carrega seu sobrenome, decidiu mudar o espaço de endereço. O local escolhido foi a altura 2096 da Rua Estados Unidos, no Jardim América.

Centro Europeu lança especialização em fotografia autoral

Crédito: André Rodrigues

A atividade, que está com inscrições abertas, vai ensinar como compor todas as etapas de um projeto fotográfico

O tradicional curso de fotografia do Centro Europeu, uma das principais escolas de profissões da América Latina, supervisionado pelas fotógrafas Tânia Buchmann e Charly Techio, acaba de lançar o inédito curso de especialização “Fotografia autoral e desenvolvimento de projeto”. A atividade vai tratar do planejamento e estruturação de um projeto fotográfico autoral documental ou de arte, desde a idealização até a finalização. As aulas serão ministradas por renomados profissionais brasileiros, como André Rodrigues, Margit Leisner, Henry Milleo, Jul Leardini e Milla Jung.

Com a intenção de detalhar cada fase do desenvolvimento de um trabalho fotográfico sem intenções comerciais, o curso vai orientar, de forma prática e interativa, como realizar todo o processo de construção de conceito e produção, desde definição do tema, até a edição e montagem de portfólio. A atividade terá duração de quinze encontros, que serão realizados aos sábados a partir do dia 21 de outubro. O curso contará ainda com participação de diversos fotógrafos convidados, entre eles Alexandre Mazzo e Isabella Lanave.

Voltado para estudantes, fotógrafos iniciantes e demais profissionais interessados que possuam conhecimento prévio em fotografia, o curso vai abordar o conceito de fotografia documental e fotografia em arte contemporânea e apresentar conteúdo baseados no processo criativo de elaboração para a concepção de ensaios autorais de fotografia. Além disso, os participantes aprenderão o processo de curadoria e montagem de exposição. Ao final da atividade, terão a oportunidade de expor os trabalhos produzidos durante a oficina em uma mostra organizada pelo Centro Europeu.


O curso terá início no dia 21 de outubro e será realizado na sede Batel do Centro Europeu (Rua Benjamin Lins, 999) aos sábados das 08h30 às 16h30. Mais informações pelo telefone (41) 3324-6669 ou no site www.centroeuropeu.com.br.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

M A S P - Escola

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Livro de Marta Pérez Rodrigues é notícia na imprensa espanhola

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Entrevistada pela Agência espanhola EFE, Marta Pérez Rodrigues é notícia em vários veículos da imprensa espanhola.

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Veja as fotos da palestra de lançamento no Instituto Cervantes que contou com a participação da
Profa. Dra. Marta Pérez Rodriguez,
do Prof. Dr. Antonio Dimas (Professor de Literatura Brasileira da USP),
da Profa. Ms. Aline Nicolau,
da Profa. Ms. Denise Chammas
e do Prof. Dr. Flavio Botton, editor da Todas as Musas.



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Centro Europeu promove workshops para crianças durante o feriadão

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Os pequenos terão a oportunidade de aprender sobre drones, música e gastronomia

O Centro Europeu, uma das principais escolas de profissões e idiomas da América Latina, preparou uma programação especial de feriado totalmente dedicada ao público infantil. Nos próximos dias 12 e 13 de outubro, quinta e sexta-feira, a instituição vai promover o Centro Europeu Kids, uma programação exclusiva composta por três workshops: Drone Kids, Long Live the Kids e Gostosuras Saudáveis.

Durante as atividades, as crianças terão a oportunidade de conhecer o funcionamento e entrar em contato direto com um drone, aprender sobre a produção e os diferentes gêneros musicais, além de preparar receitas de comidinhas saudáveis de forma dinâmica e descontraída. Destinado a crianças de 07 a 12 anos, as oficinas serão comandas por professores e especialistas do Centro Europeu. Com foco na criatividade e colaboração, o objetivo é utilizar a tecnologia, música e gastronomia para estimular os participantes a adquirir novas práticas  e conhecimentos, proporcionando uma experiência educativa e divertida para os pequenos.

Os Workshops serão realizado nas sedes do Centro Europeu no bairro Batel (Rua Benjamin Lins, 999) e na Sede Gourmet (Al. Princesa Isabel, 1.300),  das 14h às 17h. As inscrições são limitadas, custam R$ 85 (para os dois dias)  e podem ser realizadas pelo telefone (41) 3233-6669. Mais informações no sitewww.centroeuropeu.com.br.


EXPOSIÇÃO “A CONSTRUÇÃO DO PATRIMÔNIO” APRESENTA REFLEXÃO SOBRE A PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO NO BRASIL

Fotografia/Ação Ensacamento (1979)
3Nós3 (Mario Ramiro, Hudinilson Jr. e Rafael França) -  Monumento Graça I / Victor Brecheret


Caixa Cultural Rio de Janeiro reúne mais de 150 obras de importantes acervos brasileiros


A CAIXA Cultural do Rio de Janeiro recebe, de 25 de outubro a 22 de dezembro de 2017, a exposição "A Construção do Patrimônio", que apresenta mais de 150 obras entre documentos raros, quadros e esculturas, montando um panorama de importantes momentos da história das políticas públicas de preservação do Brasil, além dos desafios que envolvem a expansão do conceito de patrimônio. O projeto tem curadoria de Luiz Fernando de Almeida, ex-presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), e patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Realizada pelo Instituto Pedra, a mostra faz parte da programação das comemorações dos 80 anos de existência do IPHAN, uma das mais longevas instituições públicas brasileiras e a primeira dedicada à preservação e promoção do patrimônio cultural na América Latina.

A exposição é dividida em 12 ambientes. Dentre o acervo exposto, destacam-se registros e obras de Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Lúcio Costa, Marcel Gautherot, Germano Graeser, Eric Hess, Oscar Niemeyer, Pierre Verger, Mestre Vitalino e uma réplica de Aleijadinho. Além de importante acervo documental do IPHAN do Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco, a exposição conta ainda com obras do Museu Histórico Nacional, Música Nacional de Belas Artes, Instituto de Estudos Brasileiros (IEB-USP), MASP, Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP), Casa Juscelino Kubitschek, entre outros.

“Uma reflexão sobre a ideia de patrimônio poderá ser uma das mais potentes metáforas dos brutais desafios que vivemos no nosso tempo, diante da dificuldade e necessidade de projetar o nosso futuro”, afirma o curador Luiz Fernando de Almeida.

No dia 26 de outubro (quinta-feira), às 18h, Luiz recebe o público para uma visita guiada à exposição seguida de um debate com a ex-presidente do IPHAN Jurema Machado. Após a temporada no Rio, a CAIXA Cultural de São Paulo receberá itinerância da mostra a partir de janeiro de 2018.
 
***Fotos para download no link: https://goo.gl/wWLL7r


Instituto Pedra:
O Instituto Pedra é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos baseada em São Paulo. Fundado em fevereiro de 2013, o instituto desenvolve projetos no campo do patrimônio cultural.  Seu objetivo é realizar intervenções e leituras que valorizem este patrimônio, gerando conhecimento com enfoque integrado e considerando as suas dimensões simbólica, material e territorial. Para mais informações, acesse o site www.institutopedra.com.br.

Ficha técnica:
Realização: Instituto Pedra
Curadoria: Luiz Fernando de Almeida
Curador-adjunto: Henrique Lukas
Expografia: José Luiz Favaro
Produção executiva: TZM Entretenimento (Marione Tomazoni)
Apoio: IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional)
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Serviço:
A Construção do Patrimônio
Entrada franca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galerias 2 e 3
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Abertura: 25 de outubro (quarta-feira), às 19h
Visitação: de 26 de outubro a 22 de dezembro de 2017
Horário: de terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Classificação indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Design de Interiores no Solar do Rosário

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M A S P - Seminários

Divulgações

Claudio Cupertino realiza exposição individual em Paris

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Artista mineiro radicado em Porto Alegre é o único brasileiro convidado a expor individualmente na 21ª edição do Salon International D’Art Contemporain do Louvre. Mostra apresenta obras inéditas da sérieMemórias, com técnica desenvolvida pelo próprio artista, aCupergrafia. Catálogo da exposição será lançado no dia 21 de outubro, em edição trilingue


Entre os dias 20 e 22 de outubro, o artista visual Claudio Cupertino realiza exposição individual no 21º Salão Internacional de Arte Contemporânea de Paris, que acontece no Louvre, no pavilhão destinado a mostras temporárias e feiras. Em Voo Diáfano da Cupergrafia no Louvre, o artista – único brasileiro a expor individualmente no Salão – apresenta dez obras inéditas da série Memórias, em que utiliza a cupergrafia – técnica desenvolvida pelo próprio artista, a partir da litografia.

Além das pinturas da série, a exposição apresenta duas instalações/performance, em que o artista “descola” a pintura da tela e a exibe sem suporte. Somam-se às obras, dois retratos da amiga Julia Coufal Willms, recentemente produzidos com as mesmas técnicas. No dia 21, acontece o lançamento de umcatálogo trilíngue (português, francês e inglês) sobre a obra de Cupertino.

Com curadoria de Cézar Prestes, as obras escolhidas para a exposição remetem às memórias de infância do artista e homenageiam também o pai da aviação, Santos Dumont. Utilizando tinta acrílica e folhas de ouro, Cupertino trabalha sobrepondo camadas de tinta para criar uma atmosfera diáfana em suas telas. Essa técnica, que o artista nomeou de cupergrafia, parte do processo básico da litografia e tornou-se a marca de seu trabalho. Os elementos figurativos da série Memórias são os aviões de papel, que remetem de uma forma lúdica e poética à infância humilde do artista, vivida no interior de uma pequena cidade de Minas Gerais. Ao mesmo tempo, os aviões de papel de Cupertino relacionam-se com os voos de Santos Dumont sobre Paris em 1901, quando o pai da aviação circundou a Torre Eiffel com seu dirigível. No que diz respeito ao seu processo de trabalho, Cupertino apresenta mais uma evolução: a pintura agora revela uma inusitada autonomia em relação à tela e ganha vida fora dela. “Inquieto, Cupertino agora questiona a materialidade da pintura e interage com sua criação, transformando essa pintura eventualmente em performance. (a pintura) Pode ser exibida repousando sobre o suporte ou centímetros à frente dele, revelando dois lados do mesmo fazer artístico – diversos e uníssonos ao mesmo tempo, um conjunto que se funde: matéria + arte, como corpo e espírito”, afirma o curador.

No ano que vem o artista vai ganhar um documentário sobre sua vida e obra, com direção e produção do cineasta Matheus Ruas, co-fundador da produtora StudioFly e documentarista do History Channel, autor do premiado documentário Guerra do Paraguai. As cenas finais do documentário sobre Claudio Cupertino serão gravadas em outubro, durante a exposição em Paris, pela equipe europeia. O lançamento está previsto para o segundo bimestre de 2018.

Claudio Cupertino nasceu em Viçosa/MG. Vive e trabalha em Porto Alegre/RS há 12 anos.
Entre as diversas exposições de que já participou, destacam-se: duas exibições no Salão Internacional de Arte Contemporânea do Louvre, Bienal de Veneza, Bienal da Finlândia, ArteBasel Miami e exposição na Sede da ONU em Nova York, onde recentemente recebeu o Prêmio Gold, concedido pela Organização da Nações Unidas.

Sua obra é conhecida em 18 países da Europa e também nos Estados Unidos.  O artista tem peças em galerias de Nova York, Miami, Paris, Londres, Berlim, Frankfurt, Roma e Viena, além do Brasil.
Seu interesse pela pintura começou na década de 1990, com pequenas impressões com pedras e esponjas, técnica que utiliza até hoje. Iniciou o processo de construção de sua identidade pictórica sobre papel e hoje pinta em tela, com a mesma poética. A cor passou a inundar as obras e sua paleta de tons faz parte determinante da sua identidade, seja em propostas com marcas contrastantes ou quase monocromáticas, onde a textura fala mais alto. Inquieto, Cupertino desenvolveu uma técnica própria a partir da litografia: a cupergrafia.
Um documentário sobre sua vida e obra está sendo produzido e dirigido pelo cineasta Matheus Ruas, co-fundador da produtora StudioFly e documentarista do History Channel, autor do premiado documentário Guerra do Paraguai. O lançamento está previsto para o segundo bimestre de 2018.

Sobre o Salon International d’Art Contemporain de Louvre
De 20 a 22 de outubro de 2017, o ART Shopping celebra a 21ª edição do Salão de Arte Contemporânea Internacional, que reúne cerca de 700 artistas e galerias de todo o mundo do mundo. Esta 21º edição é sinônimo de mais de 10 anos de exposições. Mais uma vez, o salão afirma seu DNA: acessibilidade para conhecer e adquirir obras de arte contemporânea de artistas de todo o mundo. Pintura, escultura, arte digital, fotografia e arte urbana são as linguagens apresentadas nessa edição, que deve atrair de 15.000 a 20.000 visitantes. http://www.artshopping-expo.com/

Serviço
Exposição Vôo Diáfano da Cupergrafia no Louvre, de Claudio Cupertino
Salon International D’Art Contemporain de Paris - Art Shopping Paris
Curadoria: Cézar Prestes
De 20 a 22 de outubro de 2017
Abertura para convidados: dia 20, sexta-feira, das 19h às 22h
Visitação: dia 21 (sábado), das 10h à 20h e dia 22 (domingo), das 10h à 19h
Ingressos: 10€ (inteira) / 7€ (reduzida) / entrada franca para estudantes e menores de 12 anos

Local: Carrousel du Louvre - 99, rue Rivoli, 75001 Paris

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

MARBÔ BAKERY EM NOVO HORÁRIO

 
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A MarbôBakery, está com novidades a partir do mês de outubro. O espaço que tem a proposta de integrarrestaurante, confeitaria e padariacom produção exclusivamente artesanal,está com novo horário de funcionamento e claro, com novas opções no cardápio, inclusive no Brunch, servido aos finais de semana (sábados e domingos) e feriados.

NoBrunch, a refeição sem pressa e completa,é composta de pratos de café da manhã e de almoço elaborados pelo chef. Há uma mescla de antepastos, aperitivos, pães, geleias, pratos quentes e frios além de uma mesa exclusiva de doces e sobremesas servidos em mesa gastronômica além de pratos em mini porções no serviço ala carte. Estão inclusos dois sucos naturais, água aromatizada, café e chá pelo valor de R$ 69,00 por pessoa, não incluso o serviço. A equipe sugere fazer sua reserva. Através do site ou por fone.
 
A mesa gastronômica, à quilo (R$ 67,00) ou livre (R$ 56,90), preparada de terça à sexta-feira pode ser uma excelente opção para quem tem pouco tempo para almoçar. A indicação é reservar um período maior para degustar o menu Sugestão do Dia (couvert, entrada e prato principal), R$ 54,90. Lembre-se ainda da sobremesa! Boa pedida é a cheesecake de doce de leite com calda de frutas vermelhas, R$ 18,00 acompanhada de um espresso, R$ 4,80. Outras possibilidades são a Tarte Tatin, a Torta Tenerina, aCheesecake de chocolate branco, além das tarteletes.

O espaço é ideal também para café da tarde e você pode aproveitar e levar os pães de farinha orgânica e fermentação natural fresquinhos para casa.
Com o novo horário de atendimento, no menu fixo da Marbô, você pode escolher dentre sugestões tais como risotos, massas, grelhados, lanches e tapiocas. Fica a dica do Pão de Batata recheado com Pastrami (R$ 24,00) ou o Risoto de Pupunha de Morretes com mini legumes e castanha do Brasil (R$ 34,00). Na elaboração de todos os preparos oferecidos o chef priorizou criar alternativas para quem possui restrições alimentares. Se mesmo assim você precisar ajustar sua escolha, comunique ao atendente que a cozinha está preparada para fazer os ajustes possíveis.

Para comodidade é disponibilizado o serviço de valet com manobristae existem convênios com estacionamentos da região.
Acompanhe nossas mídias sociais e nosso site para saber da programação, inclusive das atividades para o final de ano.


SERVIÇO:
Local: MarbôBakery
Endereço: Rua Dr. Faivre, 621
Atendimento: de terça à sábado, das 11h às 22h e domingo das 10 às 16h
Reservas: (41) 3121-1547 ou pelo sitewww.marbobakery.com.br
Valet: das 11h30 às 15h e das 18h às 22h. Valor: R$ 20,00

Convênio com estacionamento das 11h às 22h inclusive.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Curso Extensivo de Aprimoramento Fotográfico no Solar do Rosário

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Cinemateca promove estreia de videoclipes de bandas e músicos curitibanos

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Os trabalhos, que serão exibidos gratuitamente, foram realizados por alunos do Curso de Cinema do Centro Europeu

No próximo domingo, dia 8 de outubro, a Cinemateca de Curitiba vai promover o lançamento de cinco novos videoclipes de bandas e músicos curitibanos. A mostra gratuita terá trabalhos das bandas Skayfa, Radiophonics e Killing the Kid, e dos músicos Bernando Bravo e Simone Magalhães. Todos os videoclipes foram produzidos por alunos do Curso de Cinema do Centro Europeu.

Farão parte da mostra as canções 5 minutos (Bernando Bravo), com direção de Lucas Teixeira; Mês a Mês (Killing the Kid), com direção de Edu Baggio; Felicidade (Radiophonics), com direção de Cilanda Monteiro; Porque não tem Paquita preta (Simone Magalhães), com direção de Pretícia Jerônimo; e Sobre Mim (Skayfa), com direção de Cristiano Vaz.

Confira a descrição de todas as obras que serão exibidas na Cinemateca:

5 minutos (Bernando Bravo) – direção de Lucas Teixeira: No caos da cidade, pessoas passam umas pelas outras e se apaixonam instantaneamente, a ponto de se imaginar construindo sua vida ao lado delas.

Mês a Mês (Killing the Kid) – direção de Edu Baggio: Um trabalhador se vê sufocado por sua rotina de trabalho ao mesmo tempo em que é assombrado por uma forte depressão. Desesperado, ele busca uma forma de acabar com sua dor, seja pela morte ou pelo consumismo.

Felicidade (Radiophonics) – direção de Cilanda Monteiro: A procura pela sua própria felicidade, ser feliz da sua forma. Viver e encontrar o que lhe faz feliz.

Porque não tem Paquita preta (Simone Magalhães) – direção de Pretícia Jerônimo: Crítica à mídia institucional.

Sobre Mim (Skayfa) – direção de Cristiano Vaz: Ele, mágico. Ela, sua assistente. No picadeiro, no entanto, a verdadeira mágica é esconder os problemas em seu relacionamento.

As estreias serão realizadas no próximo domingo (08), na Cinemateca de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174), a partir das 15h30. A entrada é gratuita. Mais informações pelo telefone (41) 3233-6669 ou no site www.centroeuropeu.com.br.


Fernanda Costa se apresenta em Curitiba nesta sexta-feira

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A artista sobe ao palco da Wood’s Curitiba com o show inédito da turnê “A Voz do Brasil”

 A cantora Fernanda Costa, uma das maiores promessas da música sertaneja na atualidade, desembarca em Curitiba (PR) para apresentar o show da turnê “A Voz do Brasil”, apresentada por Cartão Elo. Durante dois meses, a artista percorrerá o país tocando em unidades da Wood´s, principal rede de casas de música sertaneja do Brasil. Na capital paranaense, a apresentação acontece nesta sexta-feira, dia 06 de outubro.

Natural do Pará, Fernanda Costa começou a cantar bem cedo, aos 9 anos, incentivada pelo pai e tios. Em 2001, Fernanda se mudou para Caldas Novas (GO) juntamente com sua família de músicos em busca de uma região onde o mercado sertanejo crescia. A partir daí, passou a viver das suas apresentações em bares e hotéis. Na época em que estava com mais shows e ficando conhecida na região, a artista sofreu um sério acidente de carro, tendo que se locomover de cadeira de rodas por nove meses. Chegou a pensar em desistir da carreira, mas ganhou a oportunidade de voltar a cantar.

Em uma das noites que fazia num hotel em Caldas Novas, Fernanda conheceu o cantor Bruno, da dupla Bruno & Marrone, e sua vida ganhou um novo rumo. Foi graças a este encontro que tudo começou a fluir e, em 2015, Bruno gravou com ela a música “Dependente desse amor", que virou um sucesso nacional. Logo depois Fernanda Costa gravou o seu primeiro DVD, com participação das duplas Bruno & Marrone, George Henrique & Rodrigo e César Menotti & Fabiano, trabalho que colocou a artista nos grandes palcos do Brasil.

Vantagem para clientes Elo

A Elo, bandeira de cartões 100% brasileira, dará diversas vantagens para seus clientes que quiserem curtir a turnê da cantora Fernanda Costa pelo Brasil: pré-venda exclusiva, desconto no valor do ingresso, fila preferencial de entrada e saída (caixa) e 10% de desconto em bebidas sinalizadas no cardápio.

O show com a cantora Fernanda Costa será realizado na Wood´s Curitiba (Rua General Mário Tourinho, 387 – Seminário), a partir das 22h30. Os ingressos estão disponíveis no site www.aloingressos.com.br e custam a partir de R$30. Mais informações, no sitewww.woodsbar.com.br, pelo telefone (41) 3087-9050 ou na página oficial da Wood’s Curitiba no Facebook.

Museu Municipal de SJP exibe exposição “Uma História de Amor e Fé: Padre Pedro Fuss“

Foto da série "O Sagrado" de Katia Velo


A Secretaria de Cultura, por meio do Museu Municipal Atílio Rocco, realiza a exposição “Uma História de Amor e Fé: Padre Pedro Fuss“, em comemoração aos  107 anos do Padre Pedro. Participa da exposição a mostra fotográfica “O Sagrado da artista visual Katia Velo. As fotografias da série “O Sagrado" são registros de imagens captadas na Catedral da cidade e dos seus rituais típicos como a Festa das Capelinhas, missas, etc. "Os registros foram feitos em 2007, portanto, alguns anos após a minha chegada na cidade, quando a Catedral ainda era Matriz. O meu encantamento pela singularidade da arquitetura do local e alguns rituais como a entrega das capelinhas de casa em casa, algo do qual nunca havia participado na minha cidade natal, encantaram-me profundamente", destaca Katia Velo. A exposição apresenta fotos que remetem a dois espaços de tempo, o visitante terá oportunidade de estender seu olhar no passado e num presente não tão distante. Além das fotografias, estão em exposição objetos pessoais do Padre Fuss usados em cerimônias religiosas.

Foto da série "O Sagrado" de Katia Velo


SOBRE PADRE FUSS
Nascido em 04 de outubro de 1910, em Elversberg, na Alemanha. Pedro Fuss era o quinto filho de Geoge e Anna Fuss. Sempre muito religioso sentiu o chamado de Deus em sua vida e com 14 anos ingressou em um seminário da Congregação Verbo Divino. Tornou-se padre em 1938. Chegou ao Brasil em fevereiro de 1940 e em São José dos Pinhais em maio de 1956, sendo nomeado vigário pela Igreja Matriz de São José dos Pinhais, atual Catedral. Recebeu em 1964 o Título de Cidadão honorário de São José dos Pinhais proposto por Elon Bonin em reconhecimento aos seus grandes feitos. Padre Pedro Fuss veio a falecer no Hospital Santa Casa de Misericórdia no dia 29 de junho de 1985, devido a problemas cardíacos.

SOBRE A EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA "O SAGRADO"
Na Idade Média, durante a inquisição, qualquer pessoa que não fosse aprovada pela Igreja Católica, tinha como destino inúmeros castigos e muitas vezes o seu fim era a fogueira. Felizmente muita coisa mudou, mas certamente os símbolos religiosos têm uma grande influência visual. As imagens de figuras como anjos e santos amplamente representados durante o Renascimento foi de fato relevante na história da arte e influenciaram e influenciam a vida do homem contemporâneo. "As imagens sacras surgem para evidenciar um propósito de Deus, são consideradas intermediárias entre o divino e o humano, trazem consigo a simbologia do bom e do belo". destaca Katia Velo.
Foto do arquivo do Museu Municipal Atílio Rocco da década de 1960


Serviço:
Museu Municipal Atílio Rocco
Exposição “Uma História de Amor e Fé: Padre Pedro Fuss“
Período expositivo: De 03 de outubro a 04 de novembro de 2017.
Horário de visitação:
De terça a sexta-feira, das 9h às 12h – 13h às 17h.
Sábados: das 9h às 12h.
Informações: (41) 3381-5900
Museu Atílio Rocco
Av. XV de Novembro, 1660


quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Esalflores promove ação especial em prol do Outubro Rosa

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A Floricultura curitibana vai distribuir mudas de flores para lembrar a importância da prevenção ao câncer de mama

Realizado anualmente, o Outubro Rosa é marcado por atividades e campanhas de prevenção e combate aos cânceres de mama e colo de útero. Durante todo o mês, milhares de instituições no mundo todo, se mobilizam para promover iniciativas e projetos em benefício da saúde da mulher. Em Curitiba, a Esalflores, maior floricultura e garden center do país, vai promover a  ação “Plante esta ideia”, na manhã do próximo sábado, dia 07 de outubro, no Parque Barigui.


Em uma prática simbólica, a floricultura vai ressaltar a importância dos cuidados com a saúde feminina, distribuindo 1.200 mudas de flores aos visitantes do parque. “O objetivo da ação é fazer uma alusão ao Outubro Rosa. A Esalflores sempre esteve preocupada em chamar a atenção para causas como esta, e nós estaremos lá para lembrar as mulheres do quanto é essencial buscar informações e exames que previnam e identifiquem o câncer de mama”, detalha Bruno José Esperança, diretor geral da Esalflores.

Teatro e Formação de Espectadores é tema da 13ª Subtexto – Revista de Teatro do Galpão Cine Horto


O Centro de Pesquisa e Memória do Teatro – CPMT lança a 13ª edição da Subtexto – Revista de Teatro do Galpão Cine Horto com o tema Teatro e Formação de Espectadores. A revista foi lançada durante o 18º Festival Cenas Curtas, no dia 13 de setembro de 2017. “A formação de espectadores é a base da cadeia produtiva de teatro e uma das principais formas de iniciar as pessoas na linguagem teatral. É uma preocupação com a qualidade da interação entre artistas e espectadores”, Marcos Coletta, coordenador do CPMT e responsável pela produção editorial da revista, explica a escolha do tema dessa edição.
Logo no início da revista a Formação de Espectadores é discutida no artigo de Maria Lúcia Pupo (São Paulo/SP), uma das maiores especialistas em Teatro e Educação no Brasil. Outro artigo da publicação explana sobre o Corredor Latino Americano de Teatro (Buenos Aires/ARG), uma plataforma de intercâmbio internacional que articula criadores, organizações e instituições vinculadas às artes cênicas. Esse último texto traz ainda um trecho inédito de Jorge Dubatti (Buenos Aires/ARG) presente em livro ainda não publicado.
São 14 artigos no total, o último levanta a discussão Teatro e Política no qual os artistas Leonardo Lessa e Gustavo Bones (Belo Horizonte/MG) retomam a trajetória da Praia da Estação até as eleições das vereadoras Áurea Carolina e Cida Falabella, duas artistas que fazem uma “revolução artística e performática dentro da Câmara de Vereadores de Belo Horizonte, que é a Gabinetona”, diz Coletta.
A Subtexto é publicada gratuitamente em formato digital e bilíngue (português e espanhol), buscando um maior alcance de sua distribuição ao romper barreiras de distância e idioma. São quatorze escritos de artistas, professores e pesquisadores teatrais do Brasil e também da Argentina. Essa e todas as outras edições da Revista Subtexto podem ser baixadas gratuitamente no site www.galpaocinehorto.com.br.

REVISTA SUBTEXTO
A Subtexto é uma revista de teatro que conta com a colaboração de especialistas, artistas e pesquisadores de todo o país. Esta publicação tem periodicidade anual, está atualmente na sua décima terceira edição e é distribuída gratuitamente por meio digital.

GALPÃO CINE HORTO
O Galpão Cine Horto é o centro cultural criado pelo Grupo Galpão na cidade de Belo Horizonte. Desde sua fundação, em 1998, é um espaço aberto à comunidade, comprometido com a pesquisa, a formação, o fomento e o estímulo à criação em teatro.

CPMT – Centro de Pesquisa e Memória do Teatro
Programa do Galpão Cine Horto que armazena, organiza e disponibiliza de forma inteiramente gratuita um acervo bibliográfico, audiovisual e iconográfico especializado em teatro, composto por cerca de 6.000 títulos. O CPMT é a primeira unidade de informação especializada em teatro no Estado de Minas Gerais e agrega diversos outros projetos, como o Seminário e Revista Subtexto, Memória em Circulação e Edições CPMT.

SERVIÇO
Subtexto – Revista de Teatro do Galpão Cine Horto

Informações para o público: 31 3481 5580 e www.galpaocinehorto.com.br

Livro digital faz leitor “viajar” e se encantar por Paris



Balas de canhão de pedra que pesam 260 kg? Uma arena da época do Império Romano de verdade? Bicho preguiça gigante de 6 metros de altura e de 5.000 anos? Um desfile de esqueletos de dinossauros, mamutes e baleias? Múmias de verdade? Paris é muito mais do que a torre Eiffel, o Arco do Triunfo e bateau-mouche.

Os garotos estão diariamente jogando video-game com diversos personagens diferentes, talvez nem saibam que muitas das armaduras utilizadas por alguns desses personagens foram desenhadas à partir da realidade, ou seja, essas armaduras existiram de fato, e é isso que o Lucas, o personagem do ebook Partiu Paris vai descobrir, durante sua viagem à capital francesa.

Muita gente assistiu, não faz muitos tempo, ao filme O Gladiador, cuja trama se passa no antigo Império Romano, em torno das lutas que aconteciam em arenas. O que pouca gente sabe é que em Paris existe parte de uma arena de verdade, que era utilizada nas lutas de gladiadores de verdade; Lucas vai ficar surpreso quando o levam para conhecer a arena parisiense.

A ideia de mostrar a cidade de Paris de uma forma diferente dos guias turísticos tradicionais veio de Elisa Leonel, brasileira que mora há anos na cidade. Com Partiu Paris, a autora nos apresenta um guia de cara nova, com um outro tipo de texto e de conteúdo, um livro que é muito mais do que um simples guia de viagem. A cidade é mostrada através do olhar e da narrativa de Lucas, personagem do livro, um jovem de 14 anos que, ao visitar Paris, vai nos contando sobre suas descobertas, sobre o prazer de conhecer e passear pelas ruas, pontes e jardins parisienses.

Antigamente, quando não havia trem, automóvel ou avião, nem imprensa escrita, televisão ou internet, e era muito difícil viajar, as pessoas conheciam o mundo, aprendiam geografia, "viajavam" através  das narrativas de viagens de aventureiros e exploradores. A ideia da autora foi essa, retomar esse tipo de narrativa para comentar a capital francesa e, com isso, ir além da simples informação turística, comentando curiosidades ou fatos históricos relacionados com os lugares enfocados. Isso porque, monumentos, museus e praças parisienses, além de serem lugares incríveis de serem visitados, nos contam um pouco da história da cidade e da França.

O objetivo é colaborar para que os jovens, ao visitarem esses lugares, possam observá-los de forma mais atenta, numa tentativa de envolvê-los efetivamente com Paris, e chamar à atenção pelo fato de que a cidade é muito, muito mais do que contam os guias tradicionais. São mil coisas e lugares para se descobrir, e em cada canto de rua, parques e jardins, na beira do Sena, há sempre um detalhe a ser observado. Mostrar que Paris é muito mais do que os lugares listados nos guias e sites turísticos, essa é a ideia do ebook. No livro não há qualquer publicidade, tampouco a intenção de se vender qualquer tipo de serviço turístico, coisa comum sobretudo nos blogs sobre a cidade.

Lucas comenta sua visita ao Museu do Exército, onde viu coleções de espadas e armaduras:

“Também demais, a coleção de armaduras e capacetes antigos. Como eles lutavam com espadas, precisavam proteger tudo, o rosto, o pé e a mão, por isso, tinham luvas e sapatos de metal, que vestiam junto com as armaduras. Algumas armaduras chegavam a pesar até 25 kg. E tinham armaduras até para os cavalos!

As armaduras dos soldados eram simples, já a dos reis e comandantes eram superdecoradas, cheias de enfeites. Alguns reis tinham armaduras especiais para as festas. Como para essas ocasiões eles tinham que estar superelegantes, algumas dessas armaduras também eram decoradas com ouro e prata, e essa decoração era feita pelos artistas da época. Eram muito chiques esses reis de antigamente.

Fiquei imaginando uma batalha com os soldados em cima dos cavalos e com aquelas armaduras! Não sei como é que conseguiam lutar vestidos com aquelas coisas pesadas e com aqueles capacetes que cobriam o rosto. Quando um caia do cavalo, como será que fazia pra subir de novo? No verão, com o calor, devia ser horrível. E pra fazer xixi, como será que faziam? Com chuva, será que as armaduras enferrujavam?”

A cidade de Paris é apresentada através de um diário de viagem, de uma forma gostosa, sem que o conteúdo seja chato ou maçante. A historinha de Lucas, ao mesmo tempo que envolve os leitores na trama, desvenda os pontos turísticos da cidade de uma forma viva, dinâmica. Ele comenta suas impressões sobre a capital francesa, suas aventuras pela cidade, conta sobre suas descobertas, com detalhes interessantes, num tom agradável para se ler. Lucas vai apresentando a cidade no momento de sua visita aos diferentes lugares, locais esses que interessam a essa faixa etária. A leitura também é prazerosa pela qualidade das ilustrações que acompanham o texto.

Embora o foco seja o público juvenil, Partiu Paris interessa também aos adultos que organizam viagem à capital francesa com seus filhos. Estes vão encontrar no ebook dicas de lugares interessantes a serem visitados, além dos monumentos mais conhecidos, como torre Eiffel, a Notre Dame e o Arco do Triunfo.

Partiu Paris interessa mesmo para garotos que não estão com viagem marcada, pois estes poderão descobrir nessa narrativa os encantos da capital francesa, se interessarão pela cidade, pela forma como ela é apresentada, ainda que sem conhecê-la, e vão se encantar também pela historinha, que é muito simpática.

Para conhecer a história de Lucas em Paris e um pouco da cidade e da França, de uma forma única e envolvente, visite o site oficial do livro Partiu Paris www.partiuparis.com.br ou acesse a obra diretamente na loja da Amazon www.partiuparis.com.br/amazon.


Sobre Elisa Leonel

Antes de mudar para Paris, há 11 anos, trabalhou no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional/Ministério da Cultura (IPHAN) onde foi coordenadora de projetos de educação patrimonial.

Ela já havia morado anteriormente na capital francesa, quando fez pós-graduação na IHEAL/Université de Paris III.

Seu livro “Gabriel em Brasilia, a cidade com asas” foi publicado pelo IPHAN em 2015. Atualmente, escreve livros sobre  o patrimônio cultural brasileiro.
  

OS MAFAGAFOS – MÚSICA E DIVERSÃO SÃO COISAS SÉRIAS

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Chega ao mercado o álbum “Mafagafolândia”. Trata-se de um projeto destinado a crianças de 0 a 4 anos, composto de 10 faixas. As gravações ocorreram nos estúdios Machine e S de Samba, a produção musical e os arranjos ficaram por conta de Pedro Caldas, a produção executiva foi comandada por Lia Vicente e Simone Rodrigues, já a mixagem e a masterização foram feitas por Antonio Arruda.
O projeto que teve início em 2011 é feito em família e com muito amor. À frente está o casal Lia Vicente e Pedro Caldas. “Quando engravidamos do Francisco, nosso primeiro filho, decidimos oferecer a ele uma experiência musical rica, com experimentações em casa, além de ritmos e texturas sonoras que estimulassem seu interesse pelo assunto. Foi assim que começamos a interpretar canções de domínio público e compor algumas próprias também”, explica Lia.  “Depois de 4 anos, tivemos o Joaquim, nosso segundo filho, e nesse momento o Francisco já começou a fazer algumas participações especiais em nossas produções, compondo com o pai e interpretando na voz e xilofone”, complementa.
O repertório é composto por canções autorais, exceções feitas a ‘Pela Estrada’ e ‘Tem Gato na Tuba’ (Braguinha) e ‘O Sapo não Lava o Pé’ (Domínio Público). Os rítmos presentes são os mais variados para apresentar diferentes estilos musicais às criancas, entre eles baião, reggae, blues, bluegrass e MPB, além é claro da exploração com grande variedade de instrumentos musicais.
“Nesse disco mesclamos algumas composições do Braguinha, com composições próprias que foram cuidadosamente pensadas para a primeira infância. Buscamos a maior diversidade de ritimos e instrumentos possível para compor um leque bastante completo de iniciação musical”, diz Pedro Caldas.
A gravação contou com os seguintes músicos: Lia Vicente (Voz), Renato Raíz (voz e percussão), Pedro Caldas (guitarras, baixo, teclado e programação), o músico Wagner Andrade (guitarra) participou das canções ‘Tem Gato na Tuba’ e ‘O Tobias é Legal’ e o Edu Santana (teclado) participou de ‘O Tobias É Legal’. Além, é claro da participação do pequeno Francisco nas especialíssimas ‘Melo do Xilo’ e ‘Pão’.
A carro-chefe “Mafagafolândia” ganhou versão em videoclipe, que já está disponível para visualização no canal da banda no youtube, com ilustração de  Marcelo Rampazzo e roteiro e animação de Tiago Hillesheim.
As apresentações foram planejadas para possuírem bastante interação com o público, com mescla de pequenas histórias na introdução de cada música, tendo assim um contexto e instigando a curiosidade das crianças. O figurino faz conexão com os personagens do clipe por meio de suas cores, discretamente aplicadas em seus elementos e adereços. 
“A intenção é que as crianças abram um horizonte de possibilidades, divirtam-se e troquem carinho e ternura familiar por meio da música”, finaliza Lia Vicente.

Site Oficial: www.osmafagafos.com.br
Link videoclipe “Mafagafolândia”: https://youtu.be/MYZm-aR2IJU
Fanpage: @OsMafagafos

Faixa a Faixa:
1 – Mafagafolândia – 02’55” (Lia Vicente e Pedro Caldas);
2 – Redondo – 03’25” (Lia Vicente e Pedro Caldas);
3 – Chapeuzinho Vermelho (Pela estrada) – 01’38” (Braguinha);
4 – O Sapo Não Lava o Pé – 02’21” (Domínio Público);
5 – Tem Gato na Tuba – 02’03” (Braguinha);
6 – Melô do Xilofone – 0’54”(Pedro Caldas);
7 – Pão – 02’22” (Lia Vicente e Pedro Caldas);
8 – O Tobias é Legal – 01’25” (Lia Vicente e Pedro Caldas);
9 – Passarinho – 02’47”(Lia Vicente e Pedro Caldas);

10 – Chuva – 03’09”(Renato Raíz e Lia Vicente);

M A S P - Palestras

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Marketing e redes sociais para designers e arquitetos

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Workshop promovido pelo Centro Europeu de Curitiba vai tratar de temas que hoje são fundamentais para o sucesso profissional  

Atualmente, a importância de uma presença ativa e de qualidade em mídias sociais é indiscutível para qualquer negócio ou empreendimento. Fanpages e perfis comerciais se tornaram verdadeiros cartões de visita para instituições dos mais variados segmentos, e estar fora da rede pode tornar uma empresa invisível para uma parcela bem ampla do público. Pensando nisso, neste sábado, dia 07 de outubro, o Curso de Design de Interiores do Centro Europeu vai promover uma oficina inédita sobre marketing e mídias sociais voltada a profissionais atuantes nas áreas de design, decoração e arquitetura.

A atividade será liderada pelo arquiteto e urbanista Filipe Bender. Especialista em marketing e mídias digitais, o profissional vai apresentar técnicas para potencializar a prospecção e fidelização de clientes por meio de plataformas como o Instagram e Facebook. Com um trabalho focado na otimização da utilização das redes sociais como ferramenta de marketing, Filipe Bender  vai compartilhar toda a sua experiência com o público, de forma dinâmica e interativa.

Durante o evento, os participantes terão a oportunidade de conhecer as principais práticas de gerenciamento de mídias sociais, discutir as melhores estratégias de engajamento e métricas para captação de mais público, além de analisar cases e projetar o melhor conteúdo de acordo com o público alvo. O objetivo do workshop é orientar os profissionais e empreendedores em como se manter presente digitalmente de maneira significativa e eficaz.


O Workshop será realizado na sede do Centro Europeu no Shopping Crystal (Comendador Araújo, 731 – piso L4), das 09h às 12h. As inscrições custam R$ 90 e podem ser feitas pelo telefone (41) 3026-6669. Mais informações no site www.centroeuropeu.com.br.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Decolonialidade: poética da Resistência, no Teatro de Arena


O projeto de ocupação Decolonialidade: poéticas da resistência se propõe, através do campo artístico e simbólico, a fomentar o debate sobre a decolonialidade como resistência cultural considerando sempre a intersecção das categorias sociais de raça, gênero, sexualidade e classe na discussão. A abertura acontece no dia 4 de outubro, quarta-feira, às 19h, no teatro de Arena Eugênio Kusnet, Vila Buarque, SP, são cinco companhias com apresentações até 12 de novembro, além de um laboratório de Dramaturgia gratuito para mulheres cis e pessoas trans e os valores dos ingressos custam de R$ 5 (moradores da região das regiões República, Vila Buarque, Santa Cecília e Barra Funda), R$ 10 meia-inteira e R$ 20 inteira.

“O Objetivo é trazer à luz as teorias advindas da epistemologia e da genealogia feminista, principalmente aquela pensada pelas mulheres não brancas,” afirma Natália Xavier, uma das idealizadoras. Além dos cinco espetáculos que terão sempre uma sessão com interprete em libras, durante os quase 40 dias de ocupação, todas às sextas-feiras, no período da tarde, aconteceLaboratório de Dramaturgia para Mulheres Cis e Pessoas Trans.

Cinco espetáculos: Os Famintos, da Fricção Coletiva; Sobre as Baleias, da Coletiva Vulva da Vovó;Manuela, da Companhia do Feijão; Labirinto Selvático, do Grupo Rosas Periféricas e Em Caso de Emergência Quebre O Vidro, da Companhia do Miolo . A ocupação abre dia 4 de outubro com a performanceXoxota da Barbie da artista Edi Cardoso e com a mesa-redonda La Mujer Selvagem: a criatividade como resistência sob os cuidados da professora doutora Carla Cristina Garcia (PUC-SP), das atrizes Edi Cardoso e Cleide Queiroz e da dramaturga Maria Shu.
Todas às sextas-feiras à tarde (no total de seis encontros), um Laboratório de dramaturgia para mulherescoordenado por Maria Fernanda De Barros Batalha,  pela Erica Montanheiro e Natália Xavier. “A ideia é ser um espaço de troca, então vale gente que já escreve há anos e gente que está começando a escrever agora”, afirma Érica Montanheiro.

No campo ético, a escolha dos trabalhos artísticos que compõem a ocupação faz parte de um ideal de produção cultural que se baseia em pressupostos decoloniais, interseccionais e feministas. Não necessariamente as peças possuem esses eixos políticos e filosóficos como temática escancarada.
Muitas vezes esses eixos aparecem na representatividade dos grupos. Sim: as latinas, as lésbicas, os negros, as negras, a periferia, as mulheres produzem e, portanto também pensam teatro.
No campo estético, os espetáculos caminham por linguagens variadas e trazem perspectivas criativas e plurais ao pensar uma poética da resistência, escapando às fórmulas e às abstrações genéricas que poderiam empobrecer o debate. A escolha das peças argumenta a favor do reconhecimento da diferença entre aqueles que estão à margem, seja por questões de classe, gênero, sexualidade, raça: porque pluralidade é desobediência epistêmica!
Calendário de Atividades
Abertura, dia 4 de outubro, quarta-feira:
Às 19h30:

Na abertura da ocupação, antes da mesa redonda, a artista Edi Cardoso da Companhia do Miolorealizará uma performance intitulada Xoxota da Barbie. Com duração de aproximadamente 20 minutos, tem como tema a mutilação genital e a cirurgia íntima, confrontando estas duas realidades, da padronização do corpo por questões estéticas e das violências sofridas pelos corpos de tantas outras mulheres.

Esta performance foi criada para a Mostra Todos os Gêneros que ocorreu em junho passado, no Itaú Cultural.

*Essa atividade conta com interprete em libras


Às 20h:
A mesa redonda La Mujer Selvagem: colonialidade e gênero na criação artística, pretende partir da dubiedade da imagem da mulher selvagem, que, utilizada em função do discurso de degeneração pelo sistema de colonização, é ressignificada pela psicanalista e teórica de descendência mexicana Clarissa Pinkóla Estés no livro Mulheres que Correm com os Lobos. Clarissa afirma que ao invés de fugir do selvagem (entendido por ela como aquilo que não pode ser domado, e por isso, potência criativa) devemos nos reaproximar dele.
Como essa ressignificação da imagem pode ser uma forma de resistência e contribuir para a construção de um imaginário não-hegemônico? Qual a relação entre a ressignificação criativa que Clarissa realiza e o trabalho artístico das artistas presentes na mesa? A mesa é gratuita e aberta ao público será mediada pela Professora Dra. Carla Cristina Garcia (PUC-SP) e contará com as artistas Maria Shu (dramaturga), Edi Cardoso e Cleide Queiroz (atrizes).
*Essa atividade conta com interprete em libras

Peças em cartaz durante a ocupação

Imagens: Divulgação 
De 5 a 20 de outubro, quartas-feiras a sextas-feiras, às 20h:

O espetáculo Os Famintos, da Fricção Coletiva, esteve em cartaz na Companhia do Feijão durante o mês de abril de 2017. O projeto começou a se consolidar a partir da dramaturgia criada durante o processo do Núcleo de Dramaturgia Sesi – British Council com orientação de Marici Salomão e César Augusto em 2014.

O texto parte da questão de uma artista mulher em crise criativa, mas ultrapassa a esfera do privado quando coloca em questão a função da artista na atualidade ao mesmo tempo em que problematiza a complexidade da relação com o outro na sociedade capitalista e neoliberal. Questionando também a epistemologia eurocêntrica, a peça distorce o conceito de antropofagia (que pelos olhos do colonizador são sempre algo selvagem e inferior) e ainda faz com que a epifania almejada pela protagonista, seja alcançada pelo corpo e não pela mente, como prevê o Iluminismo e o pensamento cartesiano. 

A Fricção Coletiva se forma a partir da vontade de levar ao palco o texto Os Famintos, a pesquisa desenvolvida pelo grupo, é baseada no conceito de fricção, isto é, o atrito causado entre diferentes disparadores. O atrito, muitas vezes visto como algo a ser superado ou mesmo evitado é visto pelo grupo como propulsor de potência cênica.

*Essa atividade conta com interprete em libras na sessão dia 5 de outubro
*Dia 11 de outubro haverá sessão gratuita as 14:00

De 7 de a 15 de outubro , sábados e domingos, às 20h:

O espetáculo Sobre as Baleias, da Coletiva de Arte e Cultura Feminista Vulva da Vovó, acompanha a história de Dona Maria, uma mulher negra e periférica, em busca de seu filho desaparecido. O tema motor da peça é a luta das Mães de Maio, mulheres periféricas e em sua maioria negras e não brancas, que perdem seus filhos diariamente por conta da ação violenta da polícia militar nas favelas e zonas periféricas.

A peça traça, ainda, um paralelo entre a luta das Mães de Maio e das Madres e Abuelas de Mayo, que batalham até hoje para reencontrar seus filhos e netos, desaparecidos durante o período da ditadura militar na Argentina. A peça realizou temporadas no CITA Campo Limpo, no Centro de Cidadania da Mulher no Grajaú em 2016 e na Oficina Cultural Oswald de Andrade em 2017.

A Coletiva Vulva da Vovó, surge em 2014, da reunião de poetas, cronistas, dramaturgas, letristas, musicistas e atrizes com o desejo de estruturar um projeto coletivo que focasse na discussão de raça interseccionada à discussão de gênero e classe. Nesse sentido, a Coletiva Vulva da Vovó aprofunda alguns pontos do discurso feminista na prática teatral e de intervenção cultural.

O grupo é organizado sobre bases que se pretendem não hierárquicas, transversais, e com paridade racial e diversidade etária - esses últimos pontos são desafios ainda em curso para a Vulva da Vovó. Além da peça, também participamos de saraus com nossa produção literária e musical, somos idealizadoras e produtoras do Festival Autônomo Feminista que esse ano está em sua quarta edição, e  atualmente estamos com um projeto editorial de tradução de obras feministas latino-americanas em formatos acessíveis ao grande público.

*Essa atividade conta com interprete em libras na sessão dia 7 de outubro.

De 21 de outubro a 5 de novembro, sábados e domingos às 20h :
O espetáculo Labirinto Selvático, do Grupo Rosas Periféricas(projeto contemplado pelo Edital do Programa Vai II/ Prefeitura de São Paulo),  encerra a Trilogia Parque são Rafael, projeto iniciado em 2014, que finalizou em 2016. Durante esses três anos foram vivenciados pelo grupo diferentes etapas que culminaram no desdobramento de um olhar visionário acerca de um dos muitos possíveis futuros para a periferia.

A partir da maior lenda local e evento disparador da cena, que é a explosão do complexo petroquímico, o espetáculo traz para o palco as imaginações concedidas pelos moradores e moradoras em seus depoimentos. Depoimentos informais, colhidos em dias de feira-livre.

Também aparecem os anseios dos artistas criadores (as) em levar à cena suas próprias imaginações e experiências.  No processo de construção da peça o grupo utilizou como referências bibliográficas histórias de luta de mulheres brasileiras, como Carolina Maria de Jesus, Luiza Mahin, Dandara, Nise da Silveira e Nísia Floresta.

Também buscaram o apoio literário no “manual” de Carlos Marighella, nas obras da norte-americana de ascendência mexicana Clarissa Pinkola Estés e artigos e textos do vizinho uruguaio Eduardo Galeano, além da discussão em torno de temas como a reforma agrária, a luta pela terra e a organização das sociedades matriarcais. O grupo desenvolve suas pesquisas em São Paulo desde 2008, no Parque São Rafael, e é composto por artistas e educadores (as), que investigam linguagens cênicas ancoradas em processos de criação colaborativa. Seus temas vêm do que ronda as periferias onde vivem; a desigualdade social, o machismo, a feira livre e o tênis pendurado no fio elétrico.

*Essa atividade conta com interprete em libras na sessão do dia 21 de outubro

De 25 de outubro a 3 de novembro, quarta-feira a sexta-feira, às 20h:
Manuela, é uma história de amizade entre o escritor e sua máquina de escrever. É o nome dado por Mário de Andrade à sua máquina em homenagem ao escritor e amigo Manuel Bandeira.
É do ponto de vista da máquina a narrativa da história. É ela que conta quem foi esse brasileiro, através da poesia e da correspondência do morador da Lopes Chaves e das suas reflexões de companheira.
“Quando Mário voltava para sua casa, após suas viagens, ele sempre trazia muitas histórias, fosse do Nordeste que deu origem ao Macunaíma, ou a viagem para o Rio de Janeiro, na qual ele faz a revisão completa do movimento modernista” explica a atriz Vera Lamy que concebe a personagem no texto e no palco. A intenção era criar uma figura feminina que pudesse expressar a trajetória de Mário de Andrade.
O espetáculo conta com acompanhamento musical ao vivo de Lincoln Antonio, que toca piano, zabumba e maracá na interpretação de uma trilha sonora autoral, além de obras de Villa-Lobos e Ernesto Nazareth, compositores brasileiros admirados por Mário. Manuela é o décimo-segundo espetáculo da companhia e estreou no Sesc Ipiranga, em São Paulo, em 11 de setembro de 2015. Foi encenada em duas Casas de Cultura, de São Miguel Paulista e do Campo Limpo, na Oficina Cultural Mário de Andrade e ganhou o prêmio APCA de melhor dramaturgia.

Cia do Feijão é um grupo teatral estabelecido em São Paulo desde 1998, que investiga e desenvolve linguagens cênicas ancoradas no trabalho do ator e em processos de criação em equipe. Seus temas vêm da diversidade de realidades brasileiras que nos formam, conformam e deformam. O grupo defende o teatro como um fundamental bem formador da cidadania cultural do país. Os espetáculos Cia do Feijão colecionam importantes prêmios nacionais, participações nos principais festivais brasileiros, além de apresentações e oficinas na maioria das regiões do país.  
*Essa atividade conta com interprete em libras na sessão do dia 25 de outubro
*Dia 25 haverá sessão gratuita as 14:000

De 8 a 12 de novembro,  de quarta-feira a domingo, as 20h:
Fruto de um ano e meio de pesquisa no projeto “Corpo Esgotado”, contemplado na 22ª edição de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo, o espetáculo Em caso de Emergência Quebre o Vidro da Cia do Miolo,apresenta três cenas criadas a partir dos acontecimentos da cidade, revelando o cotidiano absurdo no qual o corpo está absorvido e de onde figuram estranhamente familiares emergem da cena real para o teatro. Notícias de jornal, dramas do anonimato, sensacionalismo de TV, os esgotamentos da vida cotidiana, passearam pelas mãos e imaginários dos integrantes do grupo e viraram disparadores para construir a dramaturgia do espetáculo.
E do fluxo vivo deste espaço, sob o sol, entre o embate e o acolhimento, a peça foi ganhando esqueleto. O espetáculo foi concebido em 2014 e estreou no centro da cidade, em frente ao metrô Anhagabaú.
O grupo, apesar de ter uma forte trajetória de teatro rua, adaptará o espetáculo ao Teatro de Arena, já que este é um importante espaço de resistência e culmina assim com os pressupostos da Companhia.   A Cia do Miolo nasce no ano 2000 de uma pesquisa sobre o teatro popular. Da relação com o público e o espaço da rua, emergiu a necessidade de aprofundar um treinamento e uma pesquisa de linguagem corporal que pudesse dialogar com estes espaços urbanos.
Em 2004, a companhia intensifica a pesquisa sobre as possibilidades expressivas do corpo na rua, desenvolvendo uma sistemática de treinamentos voltados para lapidar o corpo como material expressivo elementar do encontro teatral, desde então a Cia vem se aprofundando nessa pesquisa, num processo vivo, sempre dialogando com as questões políticas, sociais, econômicas de seu tempo e sua realidade. 
*Essa atividade conta com interprete em libras na sessão do dia 8 de novembro
Atividade Continuada
De 6 de outubro a 10 de novembro, todas as sextas-feiras, das 14h as 17h:
Laboratório de dramaturgia para mulheres cis e pessoas trans acontecerá em 6 encontros às sextas-feiras, a tarde (com duração de 3 horas cada), gratuito, com as  dramaturgas Natália Xavier, Maria Fernanda Batalha e Erica Montanheiro. O objetivo da oficina é possibilitar um ambiente de aprendizado e troca no que concerne à escrita dramatúrgica realizada por mulheres cis, pessoas trans, e as especificidades (decorrentes das experiências culturais e sociais) que vem embutida nesse processo.
São apenas 15 vagas e as inscrições deve ser feitas até 27 de outubro, através do e-mail:nsxnataliaxavier@gmail.com.
A intenção é que, ao final da oficina, cada participante tenha produzido uma peça teatral curta ou uma cena teatral, mesmo que inacabadas. Os encontros acontecerão uma vez por semana e neles intercalaremos a leitura e a discussão de textos dramatúrgicos e teóricos, exercícios de escrita com temas estabelecidos pelas oficineiras, bem como a leitura coletiva e roda de discussão dos textos dramatúrgicos que estarão sendo produzidos pelos aprendizes, de modo a, não apenas incentivar a produção escrita, mas também aguçar o olhar crítico sobre obras dramatúrgicas e entender o que é ser um artista mulher\trans e quais as suas implicações estéticas, poéticas e políticas.
Serviço:
Ocupação Decolonialidade: Poética da Resistência
no Teatro de Arena

Data de 4 de outubro a 12 de novembro de 2017
No dia 4 de outubro abertura com mesa redonda e performance. Grátis
Local: Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Capacidade: 90 lugares
Telefone: (11) 3259-6409
Classificação: Sobre as Baleias, Manuela e Labirinto Selvático: livre
Os Famintos e Em Caso de Emergência Quebre o Vidro: 14 anos
Preços: R$ 5 (para moradores do entorno do Teatro - República, Vila Buarque, Santa Cecília e Barra Funda) a R$ 20
Compra de ingresso: Na bilheteria que é aberta uma hora antes do evento e pagamento em dinheiro.

De 6 de outubro a 10 de novembro, todas as sextas-feiras, das 14h as 17h, Laboratório de Dramaturgia para Mulheres cis e pessoas trans, grátis – 15 vagas, inscrições até 27 de outubro, pelo e-mail: nsxnataliaxavier@gmail.com