terça-feira, 23 de maio de 2017

Solar do Rosário - Workshop com técnicas de desenho e aquarela

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Schwanke - Circuito Expositivo

Convite: Divulgação 

Fotógrafa brasileira faz exposição no castelo de infância do pai do Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupéry

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Explorando a relação lúdica da infância com o mundo, a fotógrafa brasileira Mari Merlim levou para a França a exposição Sou da Minha Infância (“Je suis de mon enfance”).

Antoine de Saint-Exupéry é o autor de um dos livros mais traduzidos do mundo, O Pequeno Príncipe, e teve uma passagem significativa pela ilha catarinense de Florianópolis, enquanto piloto da empresa de correio aéreo, Aéropostale.  Em Floripa, Saint-Exupéry ficou conhecido como Zeperri, apelido abrasileirado que os nativos lhe deram pela difícil pronúncia de seu nome.

Inspirada em  “O Pequeno Príncipe”, “Piloto de Guerra”  e na pesquisa de resgate histórico do autor (feita por  Monica Cristina Corrêa, tradutora e pesquisadora), a fotógrafa Mari Merlim ressignificou o personagem principezinho em belas imagens pelas dunas de Florianópolis, onde o próprio Saint-Exupéry teria passado enquanto piloto.

"Sou da minha infância"  é a representação um pequeno príncipe brasileiro, figurado num menino livre descobrindo sua infância.


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O ensaio fotográfico cruzou o oceano e chegou na terra natal de Antoine de Saint-Exupéry, na França.

Em Paris,  a exposição ocorreu de 25 a 30 de março no Instituto Cultural Alter Brasilis, que promove a cultura brasileira por meio de atividades educacionais, artísticas e recreativas, para crianças e adultos. Raoni Vasconcelos, brasileiro e coordenador do espaço, abre o espaço a público para exibir exposições, palestras, filmes e apresentações musicais que façam o elo Brasil-França.


Por intermédio da AMAB (Associação Memória da Aéropostale no Brasil), a presidente da associação, Monica Cristina Corrêa, que também é tradutora das obras do escritor, levou o projeto ao conhecimento da família de Saint-Exupéry.  Assim, durante a Páscoa, entre 15 e 18 de abril, a exposição foi instalada no castelo de infância de Saint-Exupéry, em Saint-Maurice-de-Reméns.

A exposição aconteceu em conjunto à conferência "Saint-Exupéry no Brasil, e o Brasil em Saint-Exupéry", de Monica Cristina.

Contando com a presença de François D'Agay, o sobrinho de Saint Exupéry é uma das últimas pessoas que ainda vivem para contar histórias sobre sua convivência familiar com o autor.

Em conjunto com a AMAB, Mari Merlim continua trabalhando para  levar  a exposição "Sou da Minha Infância" pelo mundo.

Em julho e agosto, a exposição passará por Toulouse, na Cité del Espace, o centro europeu do espaço. Em comemoração ao aniversário de 20 anos do local, a exposição será instalada lá, com previsão de passagem de 4 mil pessoas por dia durante o verão.

A exposição Je suis de mon enfance (tradução em francês de "sou da minha infância") alçou voo e já não se sabe onde ela vai aterrissar.

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Mari Merlim é fotógrafa, natural de São Paulo, e residente em Florianópolis desde 2014.
Especializada em retratos fotográficos infantis e de famílias, a artista trabalha com a visão infantil do mundo, sob um olhar lúdico e inspirado no fantástico.

Mais informações:

"Arte como Profissão" - Workshops, Conversas, Reflexão

Imagem: Divulgação

A idealização deste evento veio da necessidade que nós mesmas, a equipe fundadora do atelier, enfrentou e enfrenta em nosso dia a dia no pensar arte como opção de vida e de trabalho.

Desta maneira tentamos reunir profissionais de diversas áreas para compartilhar conosco seus conhecimentos. As apresentações serão desde o processo criativo, passando pela idealização de um projeto artístico e sua forma de apresentação, sobre a participação em concursos e editais e até mesmo de que formas divulgar sua produção.

Se você quer de alguma maneira trabalhar com arte, temos a certeza de que esse dia é válido pra você!

Serão 7 temas abordados em um dia de muita troca!

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

10h20 - Processos criativos na pintura contemporânea com Luiz Lavalle Filho
11h10 - Editais de artes visuais com Ivane Carneiro

12h00-14h00 ALMOÇO

14h - Processos reflexivos sobre a construção da imagem como proposta artística com Emerson Persona
14h50 - Como montar meu portfólio? com Eid Neiva da Silva
15h40 - O público da arte: por que entendê-lo? com Rogério Bealpino

Intervalo

17h - Apresentações - Defenda seu projeto com Daniele Almeida
17h50 - Estratégias de divulgação com Thaís Almeida

VOCÊ PODE ADQUIRIR INGRESSOS PARA CADA APRESENTAÇÃO OU ADQUIRIR O INGRESSO PARA O EVENTO COMPLETO COM PREÇO PROMOCIONAL!
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Informações:
41- 3319-6134
41- 99636-2791
circularatelier@gmail.com


Comitê Goiano de Direitos Humanos Dom Tomás Baduino premia filmes da 11˚ Mostra de Cinema e Direitos Humanos

Humano, de Yann Arthus-Bertrand, e Ilha, de Ismael Moura, são os dois filmes ganhadores do Troféu Dom Tomás Balduino concedido pelo Comitê Goiano de Direitos Humanos Dom Tomás Balduino na 11˚ Mostra de Cinema e Direitos Humanos, realizada,em Goiás, pelo Instituto de Cultura e Meio Ambiente (Icumam).
Os vencedores foram anunciados na sessão de encerramento da Mostra no último dia 21 de maio, no Cine Cultura, pela cineasta e integrante da coordenação executiva do Comitê, Claudia Nunes. A entrega simbólica foi feita pela Frei dominicano Paulo Catanhede, diretor da UEG (Campus Cidade de Goiás) para Maria Abdalla, presidente do Icumam, que recebeu o troféu de Melhor Longa, e para o produtor Luis Fernando Sousa, o de Melhor Curta.
O Troféu Dom Tomás Balduino de Direitos Humanos foi criado pelo artista plástico Oscar Fortunato, que, a partir de toras brutas de madeira de demolição, torneou pessoalmente as peças, dando-lhes a forma de um cálice. A placa de latão também foi corroída pelo artista, que aplicou cristais naturais em resina na parte de cima do cálice para simbolizar a riqueza da terra, em sintonia com o trabalho de Dom Tomás Balduino, que a defendia para todos os despossuídos.
A obra de Oscar Fortunato é também uma homenagem à memória de Dom Tomás, personagem central na fundação da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e foi ainda uma figura destacada na oposição à ditadura militar e defensor intransigente dos diretos dos indígenas, trabalhadores sem terra e dos mais pobres de nosso país.
"Agradecemos imensamente a acolhida à nossa ação de valorização e estímulo à produção audiovisual voltada para a abordagem de temas dos direitos humanos. Infelizmente, vivemos em uma sociedade que ainda não compreende bem a atuação dos defensores e defensoras de direitos humanos. Precisamos contar com instrumentos capazes de despertar empatia nas pessoas, como o cinema, para que possam abandonar o preconceito pelo acesso à informação e à cultura", afirmou Claudia Nunes.
Frei Paulo Catanhede enumerou as recentes e graves violações de direitos contra os indígenas e os trabalhadores sem terra, chamando a atenção para um momento difícil do país que exige a nossa ação e indignação. Apesar disso, destacou a trajetória de Dom Tomás em defesa dos excluídos como um exemplo de esperança e ânimo. 
Ainda este ano, será lançado o Trófeu Dom Tomás Balduino para premiar a imprensa na abordagem de temas ligados aos direitos humanos na TV, rádio, jornal e internet. A iniciativa conta com a parceria do Sindicato dos Jornalistas de Goiás e Faculdade de Informação e Comunicação da Universidade Federal de Goiás (UFG).

Premiados da Mostra
Humano, do diretor Yann Arthus-Bertrand, documentário francês - Melhor Longa. 
Sinopse: Com testemunhos e imagens aéreas exclusivas, o introspectivo documentário aborda quem nós somos hoje em dia não só como comunidade, mas como indivíduos. Através das guerras, descriminações e desigualdades, confrontamos a realidade que também contempla discursos de solidariedade. Uma reflexão do futuro que queremos para nós, seres humanos, e o planeta.
Justificativa do prêmio: Pelo comovente retrato da diversidade da civilização humana no Planeta Terra e seu poder de nos conectar em uma ampla rede de experiências e emoções que valoriza e inclui os diferentes modos de viver e de ser.
Ilha, do diretor paraibano Ismael Moura, ficção - Melhor Curta.
Sinopse: Seu Antônio, um senhor de seus 80 anos vive isolado em uma casa velha junto com seu filho, um rapaz que sofre de um distúrbio mental e sendo obrigado a viver em cativeiro em um quarto escuro cercado com água, transformando sua cama em uma espécie de ilha. A vida dos dois vive em frequente conflito de um homem sofrido e esquecido pela sociedade com seu filho com uma doença perturbadora.

Justificativa do prêmio: Por abordar um dos temas mais invisíveis da nossa sociedade: o sofrimento e o desamparo, muitas vezes enfrentados na convivência com pessoas portadores de transtornos mentais graves. Ao criar uma metáfora visual do isolamento em que vivem, o filme nos chama a atenção para a importância do acolhimento de toda a família.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

CCBB APRESENTA A MOSTRA “O CINEMA DE JERZY SKOLIMOWSKI”



Imagens: Divulgação


* evento acontece de 24/05 a 12/06/17 e exibe 19 filmes
exibições em cópias 35mm

Uma das vozes mais originais da Nouvelle Vague polonesa ainda em atividade, Jerzy Skolimowski, ganha uma retrospectiva no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) de São Paulo. A Mostra “O cinema de Jerzy Skolimowski” acontece de 24 de maio a 12 de junho e exibirá 19 filmes do cineasta, entre curtas e longas-metragens, em grande parte inéditos no Brasil.

Jovem poeta de relativo reconhecimento e um boxeador semiprofissional, Skolimowski entrou para o cinema no início dos anos 1960, colaborando com 2 dos cineastas poloneses que mais tiveram reconhecimento internacional: Andrzjev Wajda, co-assinando o roteiro de Os Inocentes Charmosos (Niewinni Czarodzieje, 1960), filme no qual também interpreta o papel de um boxeador; e Roman Polanski, a quem conhece na faculdade de cinema, colaborando com o roteiro de seu primeiro longa Faca na água (Nóz w Wodzie, 1962). Poucos cineastas do leste europeu tiveram o trânsito que Skolimowski teve no ocidente. O autor foi acolhido pela crítica internacional, abrindo portas para uma obra transnacional, entre Polônia, Bélgica, Inglaterra e EUA. Nos seus filmes, o tema principal é o estranhamento e o deslocamento do sujeito diante de um mundo no qual não se reconhece. Seu cinema de invenção fez com que ele fosse admirado por cineastas diversos, como Jean-Luc Godard, David Lynch e Quentin Tarantino.

Na mostra estão presentes títulos premiados como: “A Partida” (1967), vencedor do Urso de Ouro em Berlim e que conta com o ator fetiche da Nouvele Vague francesa – Jean- Pierre Léaud – no papel principal, “O Grito” (1978), laureado com o prêmio especial do júri em Cannes e é o primeiro feito com a tecnologia dolby, “Classe Operária” (1982), eleito o melhor roteiro em Cannes e considerado um dos melhores filmes sobre exílio, “O sucesso é a melhor vingança” (1984), indicado a Palma de Ouro, e a tetralogia “Marcas de Identificação: nenhuma” (1962), “Walkover” (1964), “A Barreira” (1966) e “Mãos ao alto!” (1968) exibida em cópias 35mm. Realizados na Polônia, estes filmes inaugurais são fortemente marcados pela improvisação, pela montagem ágil, pelo tom satírico com que abordam a experiência dos protagonistas, interpretados por Skolimowski nos dois primeiros filmes. 

Homem de muitos talentos - pintor, poeta, cineasta, ator - Skolimowski decide parar de filmar em 1991. Foram 17 anos até que ele voltasse para trás das câmeras. As obras que marcaram a sua volta também estão na programação da mostra.  São elas: “Quatro noites com Anna” (2008), uma história de amor pouco convencional e "Essential Killing" (2010), sobre um fuga de um iraquiano de uma prisão de segurança máxima americana, que teve o feito inédito de ganhar dois dos principais prêmios em Veneza: melhor ator e prêmio do júri em 2010.

Com curadoria de Maria Chiaretti, Patrícia Mourão e Theo Duarte, a mostra ainda traz a obra-prima “Deep end” em 35mm. Considerado um marco do cinema inglês dos anos 1970 e muito pouco visto naquela época, o filme foi restaurado e relançado na Europa recentemente. A programação da mostra “O Cinema de Jerzy Skolimowski” também inclui uma mesa redonda com a presença da especialista em cinema polonês Ela Bittencourt e do crítico Paulo Santos Lima.

Serviço

O cinema de Jerzy Skolimowski
De 24 de maio a 12 de junho de 2017
CCBB São Paulo
Classificação indicativa: 16 anos
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) | 5,00 (meia)

PROGRAMAÇÃO

O cinema de Jerzy Skolimowski


24/05 – quarta

17:30 Diálogo 20-40-60 | Dialóg 20-40-6, Tchecoslováquia, 1968, p&b, 78’
Formato de exibição: dvd
* por Jerzy Skolimowski, Peter Solan, Zbynek Brynych

19:30 O navio farol | The Lightship, EUA/RFA, 1985, cor, 89’
Formato de exibição: dvd

25/05 – quinta

17:30 11 Minutes | Polônia/Irlanda, 2015, cor, 81’
Formato de exibição: HD

19:30 O sucesso é a melhor vingança | Success Is The Best Revenge, 1984, França/Reino Unido, cor, 91’
Formato de exibição: dvd

26/05 – sexta

17:30 Correntes da primavera | Torrents of Spring, França/Itália/Reino Unido, 1989, cor, 101’
Formato de exibição: dvd

19:30 O grito | The shout, Reino Unido, 1978, cor, 86’
Formato de exibição: HD

27/05 – sábado

17:30 O sucesso é a melhor vingança | Success Is The Best Revenge, 1984, França/Reino Unido, cor, 91’
Formato de exibição: dvd

19:30 A classe operária | Moonlighting, Reino Unido, 1982, cor, 97’
Formato de exibição: HD

28/05 – domingo

16:30 O navio farol | The Lightship, EUA/RFA, 1985, cor, 89’
Formato de exibição: dvd

18:30 A Partida | Le Départ, Bélgica, 1967, p&b, 93’
Formato de exibição: dvd

29/05 – segunda

17:30 Diálogo 20-40-60 | Dialóg 20-40-6, Tchecoslováquia, 1968, p&b, 78’
Formato de exibição: dvd
* por Jerzy Skolimowski, Peter Solan, Zbynek Brynych

19:30 O grito | The shout, Reino Unido, 1978, cor, 86’
Formato de exibição: HD

31/05 – quarta

17:30 Quatro noites com Anna | Cztery Noce Z Anna, Polônia/França, 2008, cor, 87’
Formato de exibição: 35mm

19:30 Essential Killing | Polônia/Irlanda/Noruega/Hungria, 2010, cor, 83’
Formato de exibição: 35mm

01/06 – quinta

17:30 Diálogo 20-40-60 | Dialóg 20-40-6, Tchecoslováquia, 1968, p&b, 78’
Formato de exibição: dvd
* por Jerzy Skolimowski, Peter Solan, Zbynek Brynych

19:30 A Partida | Le Départ, Bélgica, 1967, p&b, 93’
Formato de exibição: dvd

02/06 – sexta

17:30 O sucesso é a melhor vingança | Success Is The Best Revenge, 1984, França/Reino Unido, cor, 91’
Formato de exibição: dvd

19:30 Ato final | Deep End, Reino Unido/Itália/Suiça, 1970, cor, 90’
Formato de exibição: 35mm

03/06 – sábado

17:30
4 curtas:
O olho ameaçador | Oko Wykol, Polônia, 1960, p&b,  3’, mudo
Formato de exibição: 35mm
O Pequeno Hamlet | Hamles, Polônia, 1960, p&b, 8’
Formato de exibição: 35mm
Erótica | Erotyk, Polônia, 1960, p&b, 4’, mudo
Formato de exibição: 35mm
Seu dinheiro, sua vida | Pieniadze albo zycie, Polônia, 1961, 35mm, p&b, 5’
Formato de exibição: 35mm
+
Marcas de Identificação: nenhuma | Rysopsis, Polônia, 1962, p&b, 76’
Formato de exibição: 35mm

19:30 Walkower | Polônia, 1964, p&b, 77’
Formato de exibição: 35mm

04/06 – domingo

16:30 A Barreira | Bariera, Polônia, 1966, p&b, 83’
Formato de exibição: 35mm

18:30 Mãos ao alto! | Rece do Góry, Polônia, 1967, p&b/cor, remontado em 1981, 90’
Formato de exibição: 35mm

05/06 – segunda

17:30 Correntes da primavera | Torrents of Spring, França/Itália/Reino Unido, 1989, cor, 101’
Formato de exibição: dvd

19:30 Quatro noites com Anna | Cztery Noce Z Anna, Polônia/França, 2008, cor, 87’
Formato de exibição: 35mm

07/06 – quarta

17:30 O navio farol | The Lightship, EUA/RFA, 1985, cor, 89’
Formato de exibição: dvd
** sessão inclusiva

19:30 Mãos ao alto! | Rece do Góry, Polônia, 1967, p&b/cor, remontado em 1981, 90’
Formato de exibição: 35mm

08/06 – quinta

18:00 A Partida | Le Départ, Bélgica, 1967, p&b, 93’
Formato de exibição: dv

19:40 Mesa redonda com os críticos Ela Bittencourt, Paulo Santos Lima e mediação de Theo Duarte

09/06 – sexta

17:30 Correntes da primavera | Torrents of Spring, França/Itália/Reino Unido, 1989, cor, 101’
Formato de exibição: dvd

19:30 Essential Killing | Polônia/Irlanda/Noruega/Hungria, 2010, cor, 83’
Formato de exibição: 35mm

10/06 – sábado

17:30 A Barreira | Bariera, Polônia, 1966, p&b, 83’
Formato de exibição: 35mm

19:30 Ato final | Deep End, Reino Unido/Itália/Suiça, 1970, cor, 90’
Formato de exibição: 35mm

11/06 – domingo

16:30 O olho ameaçador | Oko Wykol, Polônia, 1960, p&b,  3’, mudo
Formato de exibição: 35mm
O Pequeno Hamlet | Hamles, Polônia, 1960, p&b, 8’
Formato de exibição: 35mm
Erótica | Erotyk, Polônia, 1960, p&b, 4’, mudo
Formato de exibição: 35mm
Seu dinheiro, sua vida | Pieniadze albo zycie, Polônia, 1961, 35mm, p&b, 5’
Formato de exibição: 35mm
+
Marcas de Identificação: nenhuma | Rysopsis, Polônia, 1962, p&b, 76’
Formato de exibição: 35mm

18:30 Walkower | Polônia, 1964, p&b, 77’
Formato de exibição: 35mm

12/06 – segunda

19:30 11 Minutes | Polônia/Irlanda, 2015, cor, 81’
Formato de exibição: HD

  Sinopses:

O olho ameaçador | Oko Wykol, Polônia, 1960, p&b,  3’, mudo
Formato de exibição: 35mm
Com Iwona Sloczynska, Wojcech Solarz
A relação de um lançador de facas anônimo e sua parceira.
Classificação: 14 anos

O Pequeno Hamlet | Hamles, Polônia, 1960, p&b, 8’
Formato de exibição: 35mm
Com Zbigniew Leśniak, Elzbieta Czyzewska, Hanna Skarlanka, Wieslaw Golas
Em um edifício destruído um grupo proletário faz uma brevíssima paródia da peça de Shakespeare.
Classificação: 14 anos

Erótica | Erotyk, Polônia, 1960, p&b, 4’, mudo
Formato de exibição: 35mm
Com Elzbieta Czyzewska e Gustaw Holoubek
Atração e repulsa em um breve pesadelo erótico.
Classificação: 14 anos

Seu dinheiro, sua vida | Pieniadze albo zycie, Polônia, 1961, 35mm, p&b, 5’/ Formato de exibição: 35mm
Com Bogdan Łazuka, Stanislaw Dygat e Krystyna Sienkiewicz
Durante a guerra, dois homens se encontram em um parque de diversões e discutem sobre dinheiro sob a ameaça dos alemães.
Classificação: 14 anos

Marcas de Identificação: nenhuma | Rysopsis, Polônia, 1962, p&b, 76’
Formato de exibição: 35mm
Com Jerzy Skolimowski, Elzbieta Czyzewska, Tadeusz Minc e Adrzej Zarnecki
Após ser recrutado para o serviço militar o estudante Andrezj Leszczyc (Jerzy Skolimowski) aproveita seus últimos momentos de liberdade e juventude. Primeiro longa da tetralogia autobiográfica do cineasta, realizado em diferentes etapas de sua formação na universidade de Lódz, já demonstrava o grande arrojo técnico e estilístico que caracterizaria os seus trabalhos subsequentes.
Classificação: 14 anos

Walkower | Polônia, 1964, p&b, 77’
Formato de exibição: 35mm
Com Jerzy Skolimowski, Aleksandra Zawieruszanka, Elzbieta Czyzewska, Krzysztof Chamiec, Adrzej Herder
Na véspera de completar trinta anos Andrezj Leszczyc, enquanto busca tomar sérias decisões pessoais e profissionais, é convencido a participar de um torneio de boxe amador. Segunda parte da tetralogia sobre um jovem à deriva na estável e sufocante Polônia dos anos 1960, Walkover é considarado o grande filme da primeira fase do cineasta.
Classificação: 14 anos

A Barreira | Bariera, Polônia, 1966, p&b, 83’
Formato de exibição: 35mm
Com Jan Nowicki, Joanna Szczerbic, Tadeusz Lomnicki, Zdzislaw Maklakiewicz
O estudante de medicina Andrezj Leszczyc (Jan Nowicki) rebela-se contra as barreiras que tornam a sua vida apática e convencional, deixando tudo para trás. Terceira parte da tetralogia, Barreira  aprofunda o uso de improvisações e de imagística surreal apenas esboçada nos longas anteriores ao retratar o impulso romântico disseminado na juventude dos anos 1960.
Classificação: 14 anos

A Partida | Le Départ, Bélgica, 1967, p&b, 93’
Formato de exibição: digital
Com Jean-Pierre Léaud, Catherine Duport, Jacqueline Bir, Léon Dony, Paul Roland
Um jovem cabelereiro (Jean-Pierre Léaud) à deriva sonha em participar de um rally mas tem apenas dois dias para encontrar um carro, envolvendo-se assim em práticas legais e ilegais para consegui-lo. Primeiro filme do diretor realizado fora da Polônia, A Partida promove um diálogo aberto com a nouvelle vague, aproximando-se também do espírito de improvisação do jazz de sua trilha sonora, musicada por Krzystof Komeda.
Classificação: 14 anos

Diálogo 20-40-60 | Dialóg 20-40-6, Tchecoslováquia, 1968, p&b, 78’
Formato de exibição: digital
por Jerzy Skolimowski, Peter Solan, Zbynek Brynych. Com Jean-Pierre Léaud e Joanna Szczerb
Usando um mesmo diálogo – uma dramática conversa entre um homem e uma mulher – três diretores imaginam três diferentes histórias entre casais de 20, 40 e 60 anos. Na primeira, dirigida por Skolimowski, o personagem de Jean-Pierre Léaud é um líder de uma famosa banda de rock que surpreende um casal em núpcias em seu apartamento.
Classificação: 14 anos

Ato final | Deep End, Reino Unido/Itália/Suiça, 1970, cor, 90’
Formato de exibição: 35mm
Com Jane Asher, John Moulder-Brown, Karl Michael Vogler, Diana Dors
Um adolescente consegue um emprego em um decrépito local de banhos públicos em Londres, onde se torna obcecado por uma colega de trabalho. Apesar dela ser comprometida, o rapaz faz o possível para sabotar o relacionamento, a ponto do desespero. Em um ritmo febril dado pela montagem e encenação acompanhamos de perto o olhar obsessivo do protagonista.
Classificação: 16 anos

O grito | The shout, Reino Unido, 1978, cor, 86’
Formato de exibição: HD
Com Alan Bates, John Hurt, Susannah York, Tim Curry e Robert Stephens
Crossley (Alan Bates) é um um doente mental que viveu numa tribo de aborígenes onde aprendeu um grito secreto que provoca a morte daqueles que o ouvem. O enigmático enredo desenvolve-se em flashback no asilo onde se encontra e relata a sua relação com um compositor (John Hurt) e sua esposa (Susannah York). Grande prêmio do júri no Festival de Cannes de 1978.
Classificação: 16 anos


Mãos ao alto! | Rece do Góry, Polônia, 1967, p&b/cor, remontado em 1981, 90’
Formato de exibição: 35mm
Com Jerzy Skolimowski, Joanna Szczerbic, Tadeusz Lomnicki, Adam Hanouszkiewicz e Bogumil Kobiela
Cinco amigos comemoram a formatura de um deles. Enquanto quatro estão inseridos profissionalmente, o quinto vê sua carreira ser colocada em risco após ter criado um pôster ridicularizando Stálin. Sátira experimental sobre a sociedade polonesa, o filme foi censurado e seguiu proibido até 1981, quando o cineasta o remontou acrescentando um prólogo refletindo sobre as mudanças em sua vida durante o exílio.
Classificação: 16 anos

A classe operária | Moonlighting, Reino Unido, 1982, cor, 97’
Formato de exibição: HD
Com Jeremy Irons, Eugene Lipinski, Eugeniusz Haczkiewicz e Jiri Stanislaw
Quatro trabalhadores poloneses desembarcam em Londres por um mês para reformar a casa de um rico compatriota. O mestre de obras (Jeremy Irons) é o único que sabe inglês e fica sabendo através do noticiário que foi declarada lei marcial na Polônia, decidindo esconder a verdade dos outros companheiros.  O filme move-se brilhantemente entre o drama, relato autobiográfico e alegoria política. Melhor roteiro no Festival de Cannes de 1982.
Classificação: 14 anos

O sucesso é a melhor vingança | Success Is The Best Revenge, 1984, França/Reino Unido, cor, 91’
Formato de exibição: digital
Com Michael York, Anouk Aimée, Michael  Lyndon, Michel Piccoli, Joanna Szczerbic, Jerry Skol, John Hurt
Um célebre diretor teatral exilado em Londres (Michael York) deve lidar com o desejo do seu filho (Michael Lyndon, filho do cineasta) de voltar à Polônia enquanto prepara uma nova peça que trata da situação atual de sua terra natal.  Acentuando o caráter autobiográfico da obra anterior, Skolimowski trata audaciosamente da questão do exílio, da relação entre pai e filho e da identidade polonesa, despedaçadas como a narração do filme.
Classificação: 14 anos

O navio farol | The Lightship, EUA/RFA, 1985, cor, 89’
Formato de exibição: digital
Com Robert Duvall, Klaus Maria Brandauer, Michael London, Tom Bower
Nos anos 1950, o capitão de um navio farol (Klaus Maria Brandauer) de passado conflituoso com seu filho, abriga a bordo gângsters em fuga, liderados por Canvin Caspary (Robert Duvall).
Classificação: 14 anos

Correntes da primavera | Torrents of Spring, França/Itália/Reino Unido, 1989, cor, 101’
Formato de exibição: digital
Com Nastassja Kinski, Timothy Hutton, Valeria Golino, Urbano Barberini, William Forsythe
Em 1840 um jovem aristocrata russo (Timothy Hutton) apaixona-se por uma humilde italiana (Valeria Golino), decidindo casar-se. Ao vender as propriedades de sua família conhece uma sedutora e perversa princesa (Nastassja Kinski). Baseado em romance homônimo de Ivan Turguêniev.
Classificação: 14 anos

Quatro noites com Anna | Cztery Noce Z Anna, Polônia/França, 2008, cor, 87’
Formato de exibição: digital
Com Urszula Bartos-Gesikowska, Malgorzata Buczkowska, Pawl Czajor 
Léon é um homem de meia-idade que mora numa pequena cidade da Polônia e trabalha num hospital. No passado, ele foi testemunha de um estupro brutal. Decide então espiar e participar secretamente da vida da jovem vítima. Uma meditação sobre culpa e desejos frustrados, o filme marca o regresso do cineasta ao cinema depois de um hiato de dezessete anos, dedicados a pintura.
Classificação: 16 anos


Essential Killing | Polônia/Irlanda/Noruega/Hungria, 2010, cor, 83’
Formato de exibição: 35mm
Com Vincent Gallo, Emmanuelle Seiger, David Price, Nicolai Cleve
Capturado pelos militares dos EUA no Afeganistão depois da morte de três soldados americanos, Mohammed (Vincent Gallo) é transportado para um local militar secreto na Europa. Quando o comboio em que é conduzido acidenta-se, Mohammed se vê subitamente livre e fugindo por trás das linhas inimigas, em uma região hostil e coberta de neve. Prêmio Especial do Júri para Skolimowski e Prêmio de melhor ator para Vincent Gallo no Festival de Veneza de 2010.
Classificação: 16 anos

11 Minutes | Polônia/Irlanda, 2015, cor, 81’
Formato de exibição: HD
Com Paulina Chapko e Richard Dormer
Em uma inesperada cadeia de eventos, as vidas, os amores e os destinos de vários moradores de Varsóvia podem ser selados em meros 11 minutos.
Classificação: 14anos



 *** Abaixo segue release e links dos trailers em alta
LINKS DOS TRAILERS:

- 11 Minutes | Polônia/Irlanda, 2015, cor, 81’
inglês HD
leg em pt HD
 - Essential Killing | Polônia/Irlanda/Noruega/Hungria, 2010, cor, 83’
HD
 - Ato final | Deep End, Reino Unido/Itália/Suiça, 1970, cor, 90’
HD
 - Mãos ao alto! | Rece do Góry, Polônia, 1967, p&b/cor, remontado em 1981, 90’
 - A Partida | Le Départ, Bélgica, 1967, p&b, 93’
 - A Barreira | Bariera, Polônia, 1966, p&b, 83’
HD 
 - Walkower | Polônia, 1964, p&b, 77’
HD
 - Entrevista com o cineasta

São Carlos sediará maior evento de ferreomodelismo da América Latina


Evento acontecerá em 19 de agosto e deverá reunir 5 mil pessoas, algumas vindas do exterior


São Carlos, no interior paulista, será sede do maior evento de ferreomodelismo da América Latina. O 18º Encontro de Ferreomodelismo Frateschi, marcado para 19 de agosto, das 9h às 16h, na Estação Cultura, acontecerá pela sexta vez na cidade e deverá reunir 5 mil pessoas ao longo do dia, entre aficionados e público em geral, tanto do Brasil quanto do exterior.
            Esta edição será especial, pois comemorará os 50 anos da Frateschi, única fabricante da América Latina de trens elétricos em miniaturas e réplicas de composições reais. “Existe uma grande expectativa por parte dos modelistas, e a Frateschi não irá decepcionar, ainda mais no ano em que comemora meio século de atuação neste mercado. Este encontro congrega pessoas de várias cidades de São Paulo e também de outros estados, como Rio Grande do Sul, Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Já recebemos também modelistas de outros países, como Argentina, Uruguai e até Nova Zelândia”, afirma Lucas Frateschi, diretor da empresa e organizador do evento.
            Realizado a cada dois anos, o Encontro de Ferreomodelismo Frateschi já ocorreu em Ribeirão Preto, Campinas, Bebedouro e São Carlos, que sediará o evento pela 6ª vez. “Temos uma parceria duradoura com a Estação Cultura, que é o órgão responsável pela preservação e manutenção da antiga estação ferroviária da cidade”, explica Frateschi.
O público poderá conferir cerca de 30 maquetes, de várias regiões do país, além de comprar produtos alusivos ao ferreomodelismo. “As pessoas pensam que o transporte ferroviário morreu, mas ele está vivo e em expansão. A ferrovia é de valor estratégico imprescindível para um país como o Brasil e ajuda a fomentar ainda mais a paixão que muitos brasileiros têm pelos trens, sendo que muitos passam o hobby do ferreomodelismo para as futuras gerações”, conclui Frateschi.

            Sobre a Frateschi
Fundada em 1967, a Indústrias Reunidas Frateschi é a única fabricante da América Latina de trens elétricos em miniaturas e réplicas de composições reais. Situada em Ribeirão Preto, no interior paulista, tem a missão de divulgar e preservar a memória ferroviária do Brasil, por meio da prática do ferreomodelismo. Prestes a completar 50 anos neste mercado, a empresa tem a convicção de que importantes relações humanas, como a interação entre pai e filho, avô e neto e amigos, são fortalecidas em momentos descontraídos durante a prática deste hobby.
Com atuação nacional e internacional, a Frateschi possui representantes nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso do Sul, Bahia, Ceará e Pernambuco, além do Distrito Federal. No exterior, seus representantes estão na Argentina, Chile, Uruguai, Austrália, Nova Zelândia, Rússia, Suíça, África do Sul e Taiwan.
Mais informações podem ser obtidas no site www.frateschi.com.br.
Serviço
18º Encontro de Ferreomodelismo Frateschi
Data: 19 de agosto
Horário: 9h às 16h
Local: Estação Cultura (Praça Antônio Prado, s/nº), Centro, São Carlos (SP)

Entrada: franca

Artistas brasileiros completam a maior pintura já feita na Síria

Imagens: Divulgação


Com quase 270m², a obra dos grafiteiros Rimon Guimarães e Zéh Palito leva arte e esperança para uma população que tem sofrido muito com a guerra

No final do mês de abril, os grafiteiros curitibanos Rimon Guimarães e Zéh Palito desembarcaram na Síria para levar arte e esperança para a população. Desde 2011, a Guerra na Síria já tirou a vida de mais de 400 mil pessoas, além de tirar de casa mais de 11 milhões de pessoas e gerar o número alarmante de 5 milhões de refugiados. Após semanas de muitas atividades, a dupla acaba de finalizar a maior pintura feita na Síria: um painel urbano com quase 270m², em Damascus.

A ação artística faz parte do CONEXUS, projeto coletivo de arte contemporânea nômade, com curadoria da gaúcha Sheila Zago, que viaja pelo mundo promovendo artistas e desenvolvendo programas educacionais com parceiros locais. Ao desembarcarem na Síria, com o apoio da Embaixada Brasileira em Damascus, os grafiteiros e a curadora fizeram parte de uma residência artística na galeria Mustafa Ali. Dentro da proposta, juntos fizeram pinturas, colaboraram com artistas locais e ministraram oficinas para crianças e adolescentes.

Inspirada na liberdade, esperança, paz e amor, a pintura em Damascus, com quase 270m², é um marco para o país, onde a arte pública, grafite ou expressões artísticas culturais não são frequentes. “É muito gratificante fazer parte dessa história. Em meio à guerra conseguimos finalizar o maior mural de pintura da Síria com muita cor e alegria. Quando chegamos, vimos que quase não existiam artes públicas. O que se via na cidade eram apenas pinturas da bandeira do país, pichações políticas e religiosas, nomes de pessoas, imagens do presidente e todo tipo de propaganda. Toda a história que isso carrega e a liberdade que tivemos para pintar no centro da capital deu ainda mais importância para este mural. Por incrível que pareça o ato que deu início a guerra foi uma pichação feita por adolescentes em 2011. Hoje, durante a guerra, viemos pintar um mural com adolescentes e crianças com intuito de espalhar o amor e a esperança de um futuro melhor para o povo sírio”, comenta o artista Rimon Guimarães.

De acordo com a curadora do CONEXUS, Sheila Zago, após a passagem pela Síria o projeto segue seu caminho pelo mundo. “Em um momento de forte fluxo de imigração devido a conflitos internacionais, as pessoas procuram oportunidades para sobreviver, lugares para viver - esperar ou começar uma nova vida. Muitos acabam vivendo em condições não ideais entre campos de refugiados e assentamentos, onde a educação não é facilmente acessada e as crianças e adolescentes muitas vezes deixam de estudar. Nesse contexto, o Projeto CONEXUS está desenvolvendo programas educativos para atender jovens, tendo a arte como conector central dos projetos”, completa Sheila Zago.

Como é realizado de forma voluntária, o CONEXUS depende de doações para cobrir despesas com transporte, alojamento, alimentação e materiais para o desenvolvimento das ações. Mais informações pelo e-mail conexusprojectinfo@gmail.com
ou na página oficial do Conexus no Facebook (www.facebook.com/conexusproject).

Imagem: Divulgação



sexta-feira, 19 de maio de 2017

Carla Schwab e Eloir Jr., representam com sua arte, a Ucrânia e o Paraná em Brasília

Imagem: crédito Lex Kozlik


O elegante Espaço do Hípica Hall em Brasília-DF recebe na quarta-feira, 31/05 às 19h, a 24ª. Edição do Sarau Chatô, evento cultural que celebra a Ucrânia e o Paraná, promovido pela Fundação Assis Chateaubriand e com patrocínio da Petrobras.

Entre os convidados pela Embaixada da Ucrânia no Brasil e Governo do Estado do Paraná, estarão presentes, e com seus trabalhos, os artistas visuais curitibanos, Carla Schwab e Eloir Jr.

Imagem: Divulgação
Eloir Jr. e Carla Schwab

O casal de artistas leva a Galeria de Arte do Sarau, trabalhos coloridos e cheios de simbologia dos laços entre Paraná e Ucrânia. Eloir Jr. resgata em suas pinturas as memórias trazidas pelos diversos povos ao Paraná em harmonia com araucárias, pinhões e gralha azul. “Procuro demonstrar a convivência harmoniosa das etnias que fazem de nossa terra, uma terra de todas as gentes”, diz.
Carla Schwab explora através de mandalas rendadas o universo vintage feminino com uma arte contemporânea sustentável. “Eu me inspiro nas lembranças e vivências, nas rendas executadas por minha mãe e avó”, relata a artista.

Saudades da Ucrânia de Eloir Jr.

Das tramas aos rendados de Carla Schwab


Entre a gastronomia eslava e o barreado paranaense, a boa música da Terra de Guairacá e as kolomeikas, esta festa multicultural conta com a apresentação do Grupo Folclórico Ucraniano Verkhovena de Maringá-PR, Grupo Viola Quebrada e Branco Dipaulo. A Orquestra Filarmônica de Brasília dá o tom, e prestará uma homenagem aos dois países com canções temáticas que prometem fazer o público vibrar.
 O artesanato será representado pelas tradicionais pêssankas, as porcelanas ucranianas da Vessela Artes de Julia Bordun e colares confeccionados no tear de Simone Popovicz.


 Há quase 130 anos, desde que os primeiros imigrantes ucranianos chegaram ao Brasil, o Paraná acolheu a maioria das famílias que partiram do velho continente em busca de uma vida melhor e mantém, até hoje, a maior concentração de descendentes de ucranianos do País. Esta edição do Sarau Chatô, vai celebrar a herança cultural e hábitos de um povo que foi acolhido na Terra das Araucárias e que muito bem preserva com orgulho uma identidade étnica ímpar, de raízes milenares que se miscigenou ao Paraná.


Serviço:
24º Sarau Chatô celebra a cultura da Ucrânia e do Paraná
Local: Hípica Hall - Setor Hípico Sul, Área Especial, lote 8 (ao lado da Sociedade Hípica de Brasília – próximo ao Zoológico de Brasília)
Data: 31/05/2017
Horário: 19h
Entrada: Gratuita
Classificação indicativa: Livre
Informações: +55 61 3214-1379

 www.facbrasil.org.br 

Convite: Divulgação


Chris Cornell brilhou na edição de 2013 do Best of Blues Festival

Crédito: André Velozo

A Dançar Marketing, responsável pela realização do evento e a vinda do músico ao Brasil, vai render homenagem a Cornell com exposição de suas fotos na edição deste ano do Festival, dias 1, 2 e 3 de junho.

Ìcone do grunge, Christopher John Boyle, mais conhecido como Chris Cornell, tocou no Best of Blues Festival em 2013, sua penúltima apresentação solo no Brasil, realizda ano passado.
A Dançar Marketing lamenta a morte do músico, esta semana, aos 52. Integrante do Soundgarden e Audioslave, Chris tinha uma voz de registro amplo e diferenciada. Líder do movimento punk rock, teve um fim trágico como outros dois astros do movimento grunge, Kurt Cobain, do Nirvana, e Scott Weiland, do Stone Temple Pilots.