segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Matka Boska Częstochowska - Czarna Madonna - Obras do Artista curitibano Eloir Jr.

Kolekcja Częstochowa-Coleção Padroeira da Polônia

Matka Boska Częstochowska - Czarna Madonna

Padroeira da Polônia Nossa Senhora do Monte Claro - Virgem Negra




Confeccionados em madeira policromada, cada prato mede 38 cm de diâmetro, e expressam o ícone religioso, a Padroeira da Polônia, Matka Boska Częstochowska, em harmonia dos símbolos eslavos com nossos ícones, os pinhões in natura, e em petit pavê pinhão do calçadão da Rua XV, centro de Curitiba-PR. A peças são exclusivamente assinadas e criadas pelo artista Eloir Jr.
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Recente produção, disponível na Loja Oficial do Parque das Pedreiras em Curitiba-PR




Pisanki Częstochowa - Pisanki da Padroeira da Polônia (bomboniére)

Confeccionada em madeira policromada, com 21 cm de altura, a pisanka polonesa expressa símbolos e o ícone religioso, a Padroeira da Polônia, Matka Boska Częstochowska. 


  26 de Agosto - Dia da Padroeira da Polônia

Nesta obra mostro a imagem do primeiro ícone conhecido no mundo, pintado pelo evangelista São Lucas em sua tábua de refeições, quando em sonho recebeu Nossa Senhora. A pintura está em uma pisánka ornamentada com simbologia da Santíssima Trindade - (Pai, Filho e Espírito Santo), apoiada em uma tríade de pinhões sobre uma pequena prateleira eslava, no interior de uma casa típica polonesa, onde um xale vermelho coroa esta pintura ao lado de cortinas brancas bordadas.


Polônia - Ano 1382 Matka Matki Bozej Czestochowskiej

Polska - Mãe da Polônia Nossa Senhora de Czestochowa

Czarna Madonna - Virgem Negra

Maryjo, Krolówa Polski, Jestem przy Tobie, pamietam, Jestem przy Tobie, czuwam, czuwam.

Maria, Rainha da Polônia, Eu estou ao Seu lado, eu me lembro, Eu estou ao Seu lado, eu estou de pé.


História:

NOSSA SENHORA DE CZESTOCHOWA

Nossa Senhora de Czestochowa, ou Nossa Senhora Negra da Polônia, é uma pintura muito famosa da Santíssima Virgem segurando o Menino Jesus. Sob este título, Maria é a Patrona e Protetora da Polônia. Como o rosto de Maria é muito escuro, ela é conhecida como a Madona Negra. Esse escurecimento da imagem vem de séculos de ocultação e de muitos anos de fuligem e fumaça de velas iluminando o ícone. A imagem segue a forma tradicional de um ícone. Maria gesticula em direção a Jesus, desviando a atenção dela e apontando para Jesus como a fonte da salvação. O menino Jesus estende sua mão direita em uma bênção para o observador da pintura e segura um livro dos evangelhos em sua mão esquerda. Como em muitos ícones, Jesus se parece com um homem pequeno, lembrando-nos que Jesus, enquanto ainda era uma criança, é totalmente maduro em sua natureza divina.

A pintura da Madona tem uma longa história. Diz a lenda que foi pintado por São Lucas sobre um pedaço de uma mesa de cedro construída por São José. Alguns até dizem que faz parte da mesa da Última Ceia. Santa Helena encontrou esta pintura quando foi a Jerusalém em busca da verdadeira cruz. Ela deu a pintura para seu filho, Constantine. Quando a cidade de Constantinopla foi invadida pelos sarracenos, o povo orou a Maria e a cidade foi salva. Assim começou a grande devoção à Santíssima Virgem Maria anexada a esta pintura.

A história da pintura é documentada com mais precisão em 1382, quando o Príncipe Ladislau era o proprietário da pintura. Naquele ano, quando os tártaros invadiam o palácio do Príncipe, uma flecha atingiu o quadro, alojando-se na garganta de Maria. O príncipe Ladislau decidiu levar o ícone para Opala, a cidade onde ele nasceu, a fim de manter a imagem segura. Na viagem para lá, ele parou e passou a noite em Czestochowa. No dia seguinte, ao iniciarem a viagem, os cavalos que puxavam a carroça com a pintura de Nossa Senhora recusaram-se a mover-se. O príncipe Ladislau interpretou isso como um sinal de que a pintura deveria permanecer em Czestochowa. O ícone foi colocado aos cuidados da Ordem dos Eremitas de São Paulo em seu mosteiro chamado Monte da Luz, ou em polonês, Jasna Gora. O ícone da Madona Negra, Nossa Senhora de Czestochowa,

O ícone estava novamente em perigo e danificado em 1430, quando os hussitas invadiram o mosteiro. Duas vezes a pintura foi atingida com uma espada e, antes que pudesse ser atingida pela terceira vez, o saqueador caiu no chão e morreu. Apesar de tentar consertar a pintura, os cortes da espada e o ferimento da flecha ainda são visíveis na pintura hoje.

Em 1655, os suecos invadiram a Polônia. O povo orou a Maria e a Polônia foi novamente salva dos invasores por intercessão de Maria. Nossa Senhora de Czestochowa foi então coroada como Rainha da Polônia, e este ícone se tornou o símbolo da unidade nacional.

Existe até uma lenda moderna da época em que a Rússia invadiu a Polônia em 1920. O exército russo estava pronto para atacar quando uma imagem de Maria foi vista nas nuvens. Com esta visão, as tropas retiraram-se e a Polónia foi novamente salva. A Igreja honra Maria, a Mãe de Deus, de várias maneiras.

Maria pode interceder por nós, como é evidenciado pelas muitas curas e milagres que foram atribuídos às orações a Nossa Senhora de Czestochowa ao longo dos anos.





Sobre o Artista:

Nascido em Curitiba-PR., Eloir Jr. é Artista Plástico pós-graduado pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná e graduado pela Universidade Tuiuti do Paraná. Colunista cultural do Sztuka Kuritiba e Coluna Arte&Cultura Paranaense da Revista Paulista. Entre 1984 e 2004, participou como folclorista do Grupo Folclórico Português Alma Lusa e Grupo Folclórico Polonês do Paraná Wisla.

Expõe profissionalmente seus trabalhos artísticos em mostras individuais, coletivas e salões de arte desde 1997, obtendo 16 premiações durante este período, e suas obras estão em coleções de acervos nacionais, internacionais, museus pelo País, livros de arte e cultura e em algumas edições da Casa Cor Paraná.

Em 2010 representou com suas pinturas o Estado do Paraná na cidade francesa de Vaire-Sur-Marne, em 2013 participou de exposição no Carrousel Du Louvre em Paris-France e em 2016 na The New York Public Library. A convite da Embaixada da Ucrânia no Brasil, o artista representou as artes visuais do Paraná durante o 24º Sarau Chatô em Brasília-DF, que homenageou a Ucrânia e o Paraná em 2017 e recentemente criou um painel artístico para uma Escola Municipal de Curitiba-PR.

Há mais de duas décadas é estudioso das etnias europeias que imigraram e colonizaram a terra Paranaense, com enfoque principal na cultura eslava da Polônia e Ucrânia, onde não só expressa a pintura sobre tela, como também o artesanato cultural destes países.

Seu trabalho é alegre, colorido e resgata as memórias culturais trazidas pelos diversos povos. Inspirando-se nos folclores polonês e ucraniano, o artista consegue demonstrar a convivência harmoniosa das etnias que fazem parte de sua terra natal, a terra de todas as gentes.

Em seu percurso artístico o artista traduz a pura expressão da cultura, hábitos e costumes em harmonia com ícones paranistas, como gralha azul, araucárias e pinhões.


Contatos com o artista:

eloirjrart@gmail.com

https://eloirjr.blogspot.com/      Blog do artista

http://sztukacuritiba.blogspot.com.br/      Coluna cultural

https://revistapaulista.com.br/?s=eloir+jr     Coluna cultural

55 41 3205-0319

55 41 98429-3278

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