segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Instituto Ling apresenta exposição de Sérvulo Esmeraldo


Sérvulo Esmeraldo - foto: Leonard De Selva

Abertura da mostra PulsationsPulsações - Do arquivo vivo de Sérvulo Esmeraldo acontece no dia 28 de novembro, com palestra do curador Ricardo Resende e da viúva do artista, Dodora Guimarães


De 28 de novembro a 31 de março de 2018, o Instituto Ling apresenta PulsationsPulsações - Do arquivo vivo de Sérvulo Esmeraldo, primeira exposição póstuma do artista cearense, falecido em fevereiro deste ano, pouco antes de completar 88 anos. A exposição mostra uma das trajetórias mais originais da arte brasileira: conhecido por seu rigor geométrico-construtivo, Esmeraldo incursionou pela escultura, a gravura, a ilustração e a pintura, tendo sido um dos pioneiros da arte cinética e autor de obras de geometria e luminosidade singulares. A mostra, com curadoria de Ricardo Resende, traz 84 peças - entre gravuras, matrizes,desenhos, estudos, relevos, maquetes, instalações, documentos e fotografias - que fazem parte do arquivo do IAC - Instituto de Arte Contemporânea (São Paulo/SP). Por ocasião da abertura da exposição, na terça-feira, 28 de novembro, às 19h, o curador Ricardo Resende e Dodora Guimarães - viúva do artista e sua companheira por quase 40 anos -, farão uma conversa aberta com o público sobre a obra de Sérvulo Esmeraldo. A entrada é franca, por ordem de chegada (mais informações no serviço abaixo).
Organizada a partir do arquivo de Sérvulo Esmeraldo - atualmente sob a guarda do IAC -, a exposição compreende a fase em que o artista viveu na França (1957-1980). Este arquivo documental e de acervo de Esmeraldo ficou guardado intacto por cerca de 40 anos no ateliê do artista e amigo argentino Júlio Le Parc, em Paris. O material permite mostrar que, por trás do artista que soube manter o espírito da criança em seu interior, existia um pensador comprometido com a pesquisa das linguagens artísticas. "Os arquivos são fonte inesgotável de informações, de experiências e vivências do processo criativo. Guardam o processo da obra e, com ele, é possível conhecer o pensamento do artista", diz Resende em seu texto curatorial. A mostra no Instituto Ling também tem origem na exposição O Arquivo Vivo de Sérvulo Esmeraldo, realizada em 2014, no IAC.
PulsationsPulsações joga luz sobre o rico processo criativo do artista em seus primeiros anos na França, uma fase de aprendizado, de iniciação nas técnicas da gravura em metal e litografia. Contempla os desenhos e as gravuras em metal que compõem esse período europeu, sob a influência do abstracionismo lírico que vigorava na capital francesa naquele momento, que seria uma resposta à Action Painting nova-iorquina. É acompanhada, ainda, de uma seleção de esculturas e de duas pinturas posteriores a essa fase, quando explorou a topologia das coisas e formas.
"São trabalhos definitivos para a compreensão da importância de sua contribuição para a arte brasileira. O que se vê no arquivo agora exposto é esse mesmo olhar e os mesmos gestos divagantes, que passam por todas as formas de representação artística, principalmente daquelas que não conhecemos. Manchas, ranhuras, rabiscos e linhas, pulsações das quais saem novas formas sobre o papel e sobre o espaço", diz Resende em seu texto curatorial. Para saber mais, acesse o texto curatorial completo aqui: https://goo.gl/6DCAaf
A exposição é organizada pelo Instituto Ling e o IAC - Instituto de Arte Contemporânea de São Paulo, com patrocínio da Crown Embalagens e realização doMinistério da Cultura / Governo Federal

Serviço:
Exposição PulsationsPulsações - Do arquivo vivo de Sérvulo Esmeraldo
Artista: Sérvulo Esmeraldo
Curadoria: Ricardo Resende
Local: Galeria do Instituto Ling

Abertura: 28 de novembro, terça-feira, às 19h
Palestra com o curador Ricardo Resende e Dodora Guimarães, viúva do artista. Local: Auditório. Entrada franca (lugares limitados. Entrada por ordem de chegada, com distribuição de senhas 30min antes do início da palestra)


Período de visitação: De 28 de novembro de 2017 a 31 de março de 2018
Horário: de segunda a sexta, das 10h30min às 22h e sábados, das 10h30min às 20h
Entrada Franca
Agendamento grupos e escolas: solicitações pelo email educativo@institutoling.org.br ou pelo fone (51) 3533-5700
Endereço: Rua João Caetano, 440 | Bairro Três Figueiras | Porto Alegre
Fone: 51 3533-5700 | Email: instituto.ling@institutoling.org.br


Sobre o artista
Sérvulo Esmeraldo nasceu em 27 de fevereiro de 1929 no Crato, Ceará. Na infância morou no Engenho Bebida Nova, propriedade rural da família, produtora de açúcar mascavo, aguardente e rapadura. Ainda criança, fez incursões pela modelagem em barro e pequenos trabalhos tridimensionais em madeira de casca de cajá, onde reproduzia paisagens rurais. Aos 13 anos, criou sua primeira xilogravura, "Homem trabalhando com enxada", impressa na tipografia do jornal A Ação, órgão da diocese.
Em 1950, participou do VI Salão de Abril (Scap) com as pinturas "Marinha", "Noturno" e "Trecho de Rua" e o desenho "Passando a chuva", e foi premiado. Também participou do Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia, com xilogravuras e ganhou o Prêmio de Aquisição. Aos 28 anos, fez sua primeira individual, "30 gravuras de Sérvulo Esmeraldo", no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Em 1959, participou da V Bienal Internacional de São Paulo com gravuras.
Na década de 60, ganhou uma bolsa de estudos do governo francês para estudar em Paris, na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts. Nessa época, passou a morar em Neuilly-Plaisance - onde viveu por quase 20 anos - e conheceu artistas como o argentino Julio Le Parc e o venezuelano Jesús Rafael Soto, que então davam os primeiros passos na chamada arte cinética. Deixou de se dedicar exclusivamente à gravura e passou a experimentar outras linguagens como o tridimensional e, claro, a arte cinética. Sua série mais conhecida do período é Excitáveis -- objetos feitos de acrílico, que reagem ao toque do espectador - trabalho que o destacou no cenário da arte cinética internacional.
Na França encontrou o pintor cearense Antônio Bandeira e conviveu com outros nomes de igual relevância para a arte brasileira, como Vicente do Rego Monteiro, Lygia Clark, Sérgio Camargo, Franz Krajcberg, Arthur Luiz Piza, Flávio Shiró e Rossini Perez -- convívio definitivo para sua formação intelectual e estética. Também encontrou o artista russo Serge Poliakoff, que, além de amigo, foi seu colaborador.  Sérvulo estudou gravura no ateliê de Litogravura da École e gravura em metal no ateliê do artista alemão Johnny Friedlaender (1912-1992), mestre e um dos inovadores no uso da cor. Também se deparou com a obra gravada do artista alemão Albrecht Dürer (1471-1528).
Em paralelo, o artista se engajou na luta contra a ditadura no Brasil, tendo atuado no grupo de resistência América Latina Não Oficial, que ajudava refugiados do regimemilitar.
Em 1976, realizou sua primeira grande escultura pública, "Marco da Construção do Emissário Submarino", em Fortaleza. Em 1983, recebeu o Prêmio Melhor Escultor do Ano e Melhor Expositor do Ano pela ABCA. Em 1986, realizou a memorável exposição "I Exposição Internacional de Esculturas Efêmeras", no Parque Ecológico do Cocó, em Fortaleza, repetida com grande sucesso em 1991.
Entre muitas exposições realizadas com sua obra nos últimos anos, destacam-se a retrospectiva "Sérvulo Esmeraldo", na Pinacoteca do Estado de São Paulo, em 2011, e a individual "Arquivo vivo de Sérvulo Esmeraldo", no Instituto de Arte Contemporânea (SP), em 2014, exposição que deu origem à mostra no Instituto Ling, em Porto Alegre, em 2017.
Sérvulo Esmeraldo faleceu em fevereiro de 2017, em Fortaleza. Criou até o seu último momento de vida, pouco antes de completar 88 anos de idade, deixando um legado dos mais inquietantes da arte brasileira dos séculos XX e XXI.

Sobre o curador
Ricardo Resende, mestre em História da Arte pela ECAUSP, tem carreira centrada na área de museologia e curadoria. De 1988 a 2002, trabalhou no MAC/USP e no MAMSP, nas funções de arte-educador, produtor de exposições, museógrafo, curador assistente e curador de exposições. De 1996 a 2017, foi curador do Projeto Leonilson. De março de 2005 a março de 2007, foi diretor do MAC do Centro Cultural Dragão do Mar, em Fortaleza. De janeiro de 2009 a junho de 2010, ocupou o cargo de diretor do CAV da Funarte, MinC. De 2010 a 2014, trabalhou como diretor Geral do CCSP. Foi curador da mostra retrospectiva de Sérvulo Esmeraldo na Pinacoteca do Estado de São Paulo, em 2011. Desde 2014 é curador do Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea, no Rio de Janeiro.

Ficha técnica
Assistente de Curadoria: Vinícius Marangon
Identidade Visual: Adriana Tazima
Produção Executiva: Laura Cogo
Organização: Instituto Ling e Instituto de Arte Contemporânea
Realização: Ministério da Cultura / Governo Federal
Patrocínio: Crown Embalagens

Sobre o Instituto Ling
Criado e mantido pela família Ling desde 1995, o Instituto Ling é uma instituição sem fins lucrativos voltada para a transformação da sociedade através da educação e da cultura.
O Instituto Ling atua em três segmentos: Educação, Cultura e Saúde. Sua missão é promover o desenvolvimento humano e a evolução da sociedade através da disseminação de diferentes formas do conhecimento, da liberdade de pensamento, da valorização da cultura e da saúde. A abertura de seu Centro Cultural em Porto Alegre, no ano de 2014, ampliou e solidificou a atuação do Instituto, firmando-o como centro de referência na disseminação do conhecimento e do livre- pensar, fomentador da educação de excelência em seus múltiplos formatos e provedor de serviços e produtos culturais diferenciados, com elevado padrão de qualidade e estética.
Na área da saúde, o Instituto Ling estabeleceu parceria com o Hospital Moinhos de Vento, em 2015, para a implantação de um centro de referência no tratamento do câncer em Porto Alegre.
A família Ling, mantenedora do Instituto, é proprietária da "holding company" Évora. O grupo empresarial produz e comercializa latas de alumínio para bebidas, não-tecidos de polipropileno (usados principalmente na produção de descartáveis higiênicos) e tampas plásticas para bebidas e produtos de higiene e beleza.

domingo, 19 de novembro de 2017

Espaço Cultural do Hospital IPO, recebe a exposição “Guarda Me Chuva” de Oswaldo Fontoura Dias

Arte Divulgação
Crédito: Oswaldo Fontoura Dias

Com curadoria de Eloir Jr. e Carla Schwab, o espaço cultural do conceituado Hospital IPO na capital Paranaense, recebe a exposição “Guarda Me Chuva” do artista e design Oswaldo Fontoura Dias.  A mostra faz parte do circuito cultural deste segundo semestre e segue até Fevereiro de 2018.

Detalhe da obra
Crédito: Oswaldo F. Dias


Sobre a exposição:
A arte e o descarte urbano desafiam o sentido de tudo e se relacionam muito bem no século XXI.  Se no passado ambos tinham bem definidos seus significados, em certo momento da era moderna esses conceitos se transformam e o lixo pode virar arte e assim sinaliza para novas ideias, alertas e percepções estéticas.

A conscientização em questões de responsabilidade social e sustentabilidade são contextos foco no labore do artista e designer Oswaldo Fontoura Dias, que apresenta na sua recente produção a integração do descarte urbano em assemblage e acrílicas sobre prancha rígida, como uma forma de reflexão e de compreensão do consumo e o destino de embalagens e resíduos gerados pelo ser humano, o qual se defende dos mesmos através do icônico guarda-chuva, um simples objeto que nos bidimensionais de Oswaldo interage com as figurações e tenta abrigá-las de uma enxurrada de resíduos.  Em “Guarda Me Chuva”, o artista enfatiza em seu trabalho um grito de alerta para não sobrecarregarmos a natureza, mas sim devolver ao meio, obras de arte repletas de questionamentos sobre a cultura consumista.

Artista e Designer Oswaldo F. Dias/Crédito: Carla Schwab
Sobre o Artista:
Oswaldo Fontoura Dias é curitibano, graduado em Desenho industrial pela UFPR, tendo freqüentado diversos cursos artísticos em Ateliers, Museus e Centro de Criatividade de Curitiba. Desde 1985 tem participado de mostras individuais, coletivas e salões de arte. Suas obras ilustram livros de arte, agendas e calendários, com acervos no Brasil e no exterior. É mentor de vários projetos relacionados à cultura, destacando o design da araucária iluminada do Palácio Iguaçu. Seu trabalho é citado no dicionário das Artes Plásticas no Paraná, de Adalice Araujo.




Serviço:
Exposição “Guarda Me Chuva” de Oswaldo Fontoura Dias
De 20/11/2017 à 13/02/2018
Horário Livre
Local: Espaço Cultural do Hospital IPO
Endereço: Rua Goiás, 60 - Água Verde
Térreo
41 – 3314-1500
Curitiba-PR

Entrada franca


Detalhe da obra
Crédito: Oswaldo F. Dias

25 anos do Hospital IPO é comemorado com livro artístico bilíngüe

A Diretora do Hospital IPO, Dra. Everlise Chandoha, ladeada pelas artistas coordenadoras do livro, Carla Schwab e Ana Lectícia Mansur.
Crédito: Valterci Santos

Hospital IPO - Instituto Paranaense de Otorrinolaringologia, comemora seu Jubileu de Prata e lança livro artístico bilíngue em alusão ao seu Espaço Cultural.


Livro "Espaço Cultural"
Crédito: Eloir Jr.

Coordenado por Ana Lectícia Mansur e Carla Schwab com textos de Eloir Jr. e design de Oswaldo Fontoura Dias, o livro homenageia 15 artistas paranaenses que marcaram presença com suas obras no Espaço Cultural.  O evento de lançamento foi realizado na última terça-feira(14) no restaurante La Pasta Gialla do Park Shopping Barigui, com a presença de 50 pessoas, para um jantar comemorativo dos artistas e seus convidados, além de representantes da diretoria do hospital.

Os artistas homenageados
Crédito: Valterci Santos

Os artistas homenageados no livro são: Ana Carolina Garcia de Faria, Ana Lectícia Mansur, Carla Schwab, Cecifrance Aquino, Eduardo Bragança, Eloir Jr., Fernanda Alonso, Katia Velo, Kézia Talisin, Luiz Felix, Marcio Prodocimo, Mônica Pailo, Oswaldo Fontoura Dias, Raquel Frota e Ruth Mara.
ix, Marcio Prodocimo, Mônica Pailo, Oswaldo Fontoura Dias, Raquel Frota e Ruth Mara.


Para a diretora-administrativa do IPO, Everlise Chandoha, apoiar iniciativas que incentivam a cultura é uma das premissas do hospital, e sempre serão bem-vindas. “Ficamos muito honrados de comemorar os 25 anos com um livro que reúne obras de artistas talentosos e que compartilham conosco a importância de se investir em cultura, em difusão do conhecimento e de melhoria do ser humano”, avalia.

Eloir Jr./Crédito: katia Velo
“As exposições proporcionam uma simbiose entre o artista e o espectador, gerando qualidade de vida em comum, o que enaltece um dos propósitos que a arte labuta em alcançar. E nada melhor do que ser apresentada e apreciada num espaço destinado à saúde que ascende à cultura” relata Eloir Jr., curador do Espaço Cultural.
















Brinde com os artistas
Crédito: Valterci Santos

Ana Lectícia Mansur e Carla Schwab com Eloir Jr.
Crédito: Valterci Santos 

sábado, 18 de novembro de 2017

Arte para todos! Arte que Transcende! 25 anos do Hospital IPO é comemorado com lançamento de Livro Artístico bilíngue

Artistas Carla Schwab e Eloir Jr.
Crédito: Valterci Santos

Hospital IPO - Instituto Paranaense de Otorrinolaringologia, comemora seu Jubileu de Prata e lança livro artístico bilíngue em alusão ao seu Espaço Cultural.


Livro "Espaço Cultural"
Crédito: Eloir Jr.


Coordenado por Ana Lectícia Mansur e Carla Schwab com textos de Eloir Jr. e design de Oswaldo Fontoura Dias, o livro homenageia 15 artistas paranaenses que marcaram presença com suas obras no Espaço Cultural.  O evento de lançamento foi realizado na última terça-feira(14) no restaurante La Pasta Gialla do Park Shopping Barigui, com a presença de 50 pessoas, para um jantar comemorativo dos artistas e seus convidados, além de representantes da diretoria do hospital.

Os artistas homenageados no livro são: Ana Carolina Garcia de Faria, Ana Lectícia Mansur, Carla Schwab, Cecifrance Aquino, Eduardo Bragança, Eloir Jr., Fernanda Alonso, Katia Velo, Kézia Talisin, Luiz Felix, Marcio Prodocimo, Mônica Pailo, Oswaldo Fontoura Dias, Raquel Frota e Ruth Mara.
ix, Marcio Prodocimo, Mônica Pailo, Oswaldo Fontoura Dias, Raquel Frota e Ruth Mara.


Diretora do Hospital, Dra. Everlise Chandoha, ladeada por 
Carla Schwab e Ana Lectícia Mansur
Crédito: Valterci Santos
Para a diretora-administrativa do IPO, Everlise Chandoha, apoiar iniciativas que incentivam a cultura é uma das premissas do hospital, e sempre serão bem-vindas. “Ficamos muito honrados de comemorar os 25 anos com um livro que reúne obras de artistas talentosos e que compartilham conosco a importância de se investir em cultura, em difusão do conhecimento e de melhoria do ser humano”, avalia.





Eloir Jr.-Crédito: Katia Velo


“As exposições proporcionam uma simbiose entre o artista e o espectador, gerando qualidade de vida em comum, o que enaltece um dos propósitos que a arte labuta em alcançar. E nada melhor do que ser apresentada e apreciada num espaço destinado à saúde que ascende à cultura” relata Eloir Jr., curador do Espaço Cultural.










Crédito: Valterci Santos

Crédito: Valterci Santos




quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Galeria Solar do Rosário, agora com vendas on line.

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Celso Parubocz é laureado Embaixador das Artes pela Divine Académie des Arts Lettres et Culture

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DIVINE ACADÉMIE FESTEJA NO RIO DE JANEIRO MAIS UM ANO DE VIDA.

Divine Académie des Arts Lettres et Culture festejará no  próximo 17/11, no Hotel Copacabana Palace  mais um jubileu.

A Cerimônia solene  laureará outorgas das altas insígnias em noite de gala , com 80 personalidades das Artes, Ciências, Letras e Cultura do Brasil.
A noite será coroada sob os auspícios da Paz Universal, da Liberdade, da Igualdade, da Fraternidade e da Solidariedade.
"A Divine Académie e seus Laureados em todos os Graus Honoríficos desejam ser admirados e respeitados pela nobreza de nossos pensamentos, palavras e atos, sempre com lealdade, respeito, integridade e humildade. Somos uma Académie que tem um trabalho social de suma importância, que tem uma missão em honrar e reconhecer cada Membro dessa e de outras academias.
Temos o dever de glorificar o trabalho dos Grandes Humanistas e de honrar e reconhecer Mulheres e Homens de Valor".


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Este ano mais um Artista receberá a Medalha de Ouro pelo seu trabalho relevante em prol da Cultura e da Arte no Brasil, CELSO PARUBOCZ, o Artista também será condecorado com o Título de "Embaixador das Artes" tanto pela sua produção artística como pela divulgação da Arte e de outros talentosos Artistas de sua Cidade e Região, bem como seu trabalho voluntário com Crianças e Idosos junto a Entidades Sociais, Asilos, Escolas e demais Instituições onde o mesmo é convidado. 
Durante o evento será lançado o Catálogo "Celso Parubocz - 40 Anos de Arte" onde o Artista conta sua trajetória em diversos segmentos da Arte oportunizando assim aos convidados conhecerem um pouco mais de sua obra. 
O Livro com capa dura, imagens coloridas e material de ótima qualidade foi pensado para divulgação de suas obras e mostra diversas Séries que o Artista criou nas últimas décadas. 


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Sobre o artista:
Celso Parubocz é artista multimídia e curador, com inúmeras premiações e exposições nacionais e internacionais, em 2016 concluiu seu livro biográfico onde narra sua trajetória de quatro décadas de labore artístico. Envolvido em diversas atividades culturais e sociais em Ponta Grossa e região, o artista prioriza e valoriza a cultura de seu Estado e ascende novos artistas.

Conheça a trajetória de Celso Parubocz:









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M A S P - OSESP

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Exposição “Faces Africanas – Os povos do Rio Omo” apresenta máscaras que revelam a forma colorida de ser de um povo muito peculiar

Imagens: Divulgação


Por Emanuelle Spack

A última exposição de 2017 no Espaço de Arte Francis Bacon, da Ordem Rosacruz – AMORC, em Curitiba, vai ao encontro do mês da Consciência Negra no Brasil e exibe cerca de 20 máscaras que representam formas e expressões humanas dos povos que vivem nas comunidades tradicionais às margens do Rio Omo, na Etiópia. A mostra Faces Africanas – Os povos do Rio Omo pode ser apreciada entre os dias 13 de novembro e 19 de dezembro e a entrada é gratuita. Os povos do Rio Omo são conhecidos por suas pinturas corporais que se aperfeiçoaram ao longo dos anos graças as condições geológicas do local onde vivem, o vale Rift. Essa é uma região vulcânica onde é possível extrair vários pigmentos naturais que dão origem aos desenhos coloridos que são estampados na pele desses povos.

Em 2015 o artista plástico, design e historiador Jair Soares Junior, da cidade de Carmo do Rio Claro - Minas Gerais, montou uma exposição chamada “Máscaras do Mundo” em que abordava no universo das máscaras e do mascaramento humano as diversidades expressivas nas mais variadas culturas. Faces Africanas – Os povos do Rio Omo foi extraída de uma dessas culturas pesquisadas. A inspiração e a ideia de uma exposição com esse tema surgiram ainda na composição da mostra anterior, tamanho o impacto da descoberta.

E pensando nisso, Jair escolheu a capital paranaense para expor suas máscaras pelo contexto cultural que a cidade oferece, “Curitiba é uma cidade com forte referencial cultural, onde as ações e expressões que acontecem nela refletem de maneira positiva no restante do país. Eu considero que uma exposição em Curitiba abre novas visões e reflexões qualitativas sobre o meu trabalho”, diz Jair.

Transitando entre o moderno e o clássico, Jair Soares Junior é um escultor figurativo que busca demonstrar em seu trabalho as formas de expressões humanas numa linguagem que se aproxima do realismo. “A escultura e a tridimensionalidade são um dos exercícios artísticos mais instigantes, pois impõe ao apreciador a forma física que avança no espaço. Eu particularmente espero que os visitantes desta exposição percebam nessa dinâmica uma possibilidade de conversação artística, que vivam uma experiência”, completa o artista que vê o seu exercício artístico desta mostra como um elogio ao humano representado por esses povos do Rio Omo.

Há trinta anos dedicando-se ao trabalho com a arte, Jair ressalta que suas obras possibilitam novas descobertas artísticas e que no processo criativo o exercício é fundamental, indissociável a existência. O artista ainda revela o que o público vai sentir nesta exposição: “provavelmente uma sensação de um estranhamento positivo e instigante, semelhante ao meu quando me deparei com as imagens dessa gente, embora meu trabalho não busque uma fidelidade interpretativa dessas imagens.”
Dentro das várias possibilidades de percurso artístico que a exposição “Máscaras do Mundo” sugeria, Faces Africanas – Os povos do Rio Omo despertou um novo olhar para Jair que, a partir daí, resolveu representar sua pesquisa da forma mais característica possível, “foi o que me pareceu mais instigante e revelador pelos mais variados sentidos, tanto pelo sentido da pesquisa quanto por questões plásticas”, completa Jair.

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Oficina de arte-educação
            Sob a coordenação de Marcela Lobo, na sexta-feira dia 10, foi realizada uma oficina de arte-educação na abertura oficial da exposição. Jair trouxe miniaturas de máscaras para que as crianças elaborassem suas próprias pinturas depois de uma explicação sobre os povos do Rio Omo. “Lidar com crianças é sempre especial, pois a liberdade com que elas lidam com determinadas situações nos inspiram a novas incursões artísticas, além de ser uma experiência que por si só valoriza a exposição como proposta”, finaliza Jair. Para ele a oficina foi um exercício de troca que comunga com os povos que inspiraram e tematizaram essa exposição.

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Sobre o artista:
Jair Soares Junior tem Licenciatura em História pela Faculdade FESP/UEMG – Passos (MG); Liceu de Artes e Ofícios: Curso de escultura em barro I e II com o Mestre Hendrikus Antonius Reydon – São Paulo (SP); Istituto di Design – Perugia (Itália); EAD de Pós-graduação em História da Arte e História Cultural pelo Centro Universitário Claretiano de Batatais/SP;

Serviço
Evento: Exposição Faces Africanas – Os povos do Rio Omo.
Data: de 13 de novembro a 19 de dezembro de 2017
Local: Espaço de Arte Francis Bacon – Ordem Rosacruz (AMORC)
Entrada: Franca
Horário: de segunda a sexta-feira das 13h30 às 17h.


Jubileu de Prata do Hospital IPO é comemorado com lançamento de Livro Artístico

Na foto: o casal de artistas Eloir Jr. e Carla Schwab, a diretora do Hospital IPO, Dra. Everlise Chandoha e a Artista Ana Lectícia Mansur
Crédito: Valterci Santos


Hospital IPO lança livro em comemoração aos seus 25 anos

Obra reúne trabalho de 15 artistas que tiveram os trabalhos expostos no Espaço Cultural do Hospital

Livro "Espaço Cultural"
Crédito: Eloir Jr.

Foi lançado nesta última terça-feira (14) o livro “Espaço Cultural” que faz parte das comemorações dos 25 anos do Hospital IPO (Instituto Paranaense de Otorrinolaringologia).  A obra é uma coletânea dos trabalhos expostos no Espaço Cultural do hospital, de 15 artistas locais e convidados que ao longo de três anos compartilharam suas criações com os colaboradores, médicos, pacientes e visitantes do hospital.

Para a diretora-administrativa do IPO, Everlise Chandoha, apoiar iniciativas que incentivam a cultura é uma das premissas do hospital, e sempre serão bem-vindas. “Ficamos muito honrados de comemorar os 25 anos com um livro que reúne obras de artistas talentosos e que compartilham conosco a importância de se investir em cultura, em difusão do conhecimento e de melhoria do ser humano”, avalia.

O livro foi coordenado por Ana Lectícia Mansur e Carla Schwab, com textos de Eloir Jr. e design de Oswaldo Fontoura Dias. Os artistas homenageados no livro são: Ana Carolina Garcia de Faria, Ana Lectícia Mansur, Carla Schwab, Cecifrance Aquino, Eduardo Bragança, Eloir Jr., Fernanda Alonso, Katia Velo, Kézia Talisin, Luiz Felix, Marcio Prodocimo, Mônica Pailo, Oswaldo Fontoura Dias, Raquel Frota e Ruth Mara.

Os Artistas
Crédito: Valterci Santos


 “As exposições proporcionam uma simbiose entre o artista e o espectador, gerando qualidade de vida em comum, o que enaltece um dos propósitos que a arte labuta em alcançar. E nada melhor do que ser apresentada e apreciada num espaço destinado à saúde que ascende à cultura” relata Eloir Jr., curador do Espaço Cultural.


O evento de lançamento foi realizado no restaurante La Pasta Gialla do Park Shopping Barigui, com a presença de 50 pessoas, para um jantar comemorativo dos artistas e seus convidados, além de representantes da diretoria do hospital.

Brinde Especial
Crédito: Valterci Santos